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quinta-feira, dezembro 19, 2013

Médias de Público do Grêmio em 2013



Em 2013 o Grêmio fez 36 jogos como mandante (curiosamente o mesmo número de partidas que mandou na temporada passada). A média de público total foi de 22.698 e a média de pagantes foi de 20.417. Na comparação imediata com 2012 houve um queda do público total e uma diminuição no público pagante.

Mas é preciso apontar algumas diferenças nas duas temporadas. A primeira  é que no ano passado o Grêmio mandou todos os seus jogos no Olímpico. Já em 2013 o Grêmio fez 31 jogos na Arena, 4 no Olímpico e 1 no Alfredo Jaconi. Se considerarmos apenas os jogos disputados no novo estádio as médias sobem um pouco (Especialmente na questão dos pagantes). Outro dado importante de ser ressaltado é que em 2012 ocorreram promoções de ingressos em 6 partidas (Novo Hamburgo, Avenida, Figueirense, Atlético-GO, Náutico e Ponte Preta) enquanto nesse ano foram só 3 promoções (Vasco, Flamengo e Goiás)


Das 36 partidas, 5 foram pela Libertadores, 9 pelo Gauchão, 19 pelo Brasileirão e 3 pela Copa do Brasil.


Como já vimos, os números do público na Libertadores 2013 foram interessantes, acima da média histórica do Grêmio na competição.


No Gauchão houve uma queda em relação a 2012, que precisa ser relativizada, uma vez que nesse ano o Grêmio fez somente um mata-mata na Arena e não disputou clássico no seu estádio.



No Brasileirão a média ficou abaixo do que o time teve em edições recentes. Esse fato talvez se explique pelo número excessivo de partidas que o Grêmio teve no meio de semana na Arena.


Nos 10 jogos que mandou em finais de semana a média de público tricolor foi de 27.179 (23.765 pagantes). Nos 9 jogos realizados na Arena no meio da semana a média caiu para 17.279 (15.319 pagantes).

A renda média desses 19 jogos foi de R$ 755.411,00. A renda média dos jogos em finais de semana é de R$ 1.130.000,00; Já a renda média dos jogos em meio de semana é de R$ 418.000,00.  


Na Copa do Brasil, num primeiro olhar, se percebe um considerável aumento na comparação com 2012. Contudo, as médias ficam parecidas se considerarmos apenas os jogos das oitavas em final adiante (34.073 total e 30528 pagantes no ano passado).

domingo, abril 28, 2013

Gauchão - Juventude 1x1 Grêmio (Nos pênaltis: 5x4 Juventude)


E o Gauchão 2013 chegou ao fim para o Grêmio. É evidente que o melhor seria que esse final fosse acompanhado de vitória e título, mas é inegável que há um alívio para o tricolor com o fim desse penoso certame estadual. É sabido que o campeonato gáucho não é a prioridade do Grêmio nessa temporada. Diante disso é até compreensivel um certo grau de desinteresse de toda coletividade gremista (plantel, diretoria, torcida, etc...).

Mas é preciso não confundir desinteresse com desleixo, com falta de compromisso. E em muitos momentos nesse torneio o Grêmio parece ter misturado esses conceitos. O planejamento feito nunca ficou claro para mim. E acho razoável concluir que isso tenha, de algum modo, afetado o rendimento dentro de campo. 

No sábado, o Grêmio até que não foi tão sonolento como em confrontos anteriores, mas ainda assim não fez uma grande partida. E é isso o que mais me incomoda, o que mais me preocupa. O baixo desempenho tricolor tem sido um padrão. É verdade que o revés no Jaconi passa também pela arbitragem, que foi muito ruim (anulando dois gols gremistas e deixando de marcar um pênalti para o Juventude), mas não há como fugir da constatação que o Grêmio jogou pouco. Mais uma vez o time de Luxemburgo conduziu a partida de uma forma perigosa, sem muita criatividade, sem muitas alternativas, e assim acaba nivelando o confronto por baixo, se igualando a um adversário que claramente tem menor qualidade. O 1x1 acabou não sendo um resultado de todo injusto, e a derrota nos pênaltis foi o derradeiro castigo tricolor neste campeonato.

Mais uma vez eu não gostei do rendimento de Fábio Aurélio no meio de campo. Pouco contribui na criação e na marcação. E por mais que entenda que é preciso ter calma com os guris da base, achei estranho que os irmãos Biteco tenham sobrado do banco nessa partida.



Há pouco menos de dois anos, a reclamação do local das cobranças da série de penalidades num jogo eliminatório de Gauchão ganhou amplo espaço nos microfones da imprensa gaúcha (muito embora a reclamação  aparentasse ser uma tentativa de criar uma cortina de fumaça para outros problemas). No Jaconi, o juiz encaminhou as cobranças para uma área onde se viam claras irregularidades no gramado, o que prejudicou os dois times, mas pouco se questionou a medida adotada po Fabricio Correa.

Mas o Grêmio não começou a perder esse campeonato no sábado, e sim muito antes disso, quando aceitou, pelo quinto ano seguido, esse formato esdrúxulo de disputa. Uma fórmula em que tudo se decide num único jogo, onde o mando de campo é definido através da comparação de campanhas absolutamente distintas. E jogar em casa é uma vantagem considerável, conforme se demonstra.

Desde 2009, quando iniciou-se esse modo de disputa, o Grêmio fez 18 jogos de mata (sem contar as finalíssimas de 2010 e 2011, que tinham ida e volta):
- No total foram 18 confrontos: O Grêmio venceu 9 (50%), empatou e ganhou nos pênaltis 3 vezes (16,66%), empatou e perdeu nos pênaltis 3 vezes (16,66%) e foi derrotado em 3 ocasiões (16,66%)
- O Grêmio foi mandante em 10 ocasiões: Foram 7 vitórias (70%), 2 empates com vitória nos pênaltis (20%) e uma derrota (10%)
- E em 8 partidas o Grêmio atuou como visitante:  Foram 2 vitórias (25%), 2 empates com vitória nos pênaltis (25%), 2 empates com derrota nos pênaltis  (25%) e 2 derrotas (25%).

De tal modo, se efetivamente tem alguma pretensão no Gauchão, o Grêmio não deveria abrir mão de atuar como mandante nos jogos de mata.


Fotos: Guilherme Testa (ACEG/Chute10), Gilmar Gomes (Terra) e Edu Andrade (Correio do Povo)

Juventude 1x1 Grêmio 
(Nos pênaltis: 5x4 Juventude)

JUVENTUDE: Fernando; Moisés, Rafael Pereira, Diogo e Robinho (Romano, 14'/2ºT); Fabrício, Jardel, Diogo Oliveira, Alan e Rogerinho (Adaílton, 26'/2ºT); Zulu
Técnico: Lisca.

GRÊMIO: Dida; Pará, Grolli, Bressan e André Santos; Fernando, Souza, Fábio Aurélio (Marco Antonio, 16'/2°T) e Zé Roberto; Vargas e Barcos
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Semifinal - 2º turno - Campeonato Gaúcho 2013
Data: 27/4/2013, sábado, 18h30min
Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS)
Árbitro: Fabrício Neves Corrêa (RS)
Auxiliares: Rafael Alves (RS) e Maurício Penna (RS)
Cartões amarelos: Alan e Fabrício (JUV); Fernando e Bressan (GRE)
Gols: Barcos,  aos 18'/2°T e Diogo Oliveira, aos 20'/2ºT

terça-feira, abril 23, 2013

Gauchão - Grêmio 0x0 São Luiz (Grêmio 5x3 nos pênaltis)



O Grêmio tinha desfalques. O grupo está com a cabeça na Libertadores. O São Luiz era franco atirador e se postou todo atrás, sem nenhum pretensão ofensiva. Todos estes elementos são verdadeiros e devem ser levados em conta ao analisar o desempenho do tricolor ontem, mas ainda assim não há como fugir da conclusão que o Grêmio jogou pouco. Muito pouco.

Se o baixo rendimento visto em campo contra o São Luiz fosse uma exceção no contexto das últimas atuações a situação não seria tão preocupante. O problema é que isso tem sido uma constante. O Grêmio não só se mostra pouco inspirado como também pouco organizado. O time não tem um padrão, uma mecânica de jogo clara,  tampouco alternativas para mudar uma partida. O time confia excessivamente na técnica do Zé Roberto. Espera sempre que Barcos venha buscar o jogo. Torce para que Kléber dê seguimento nos seus embates contra os defensores adversários. Em suma, depende demasiadamente das individualidades.

Ontem o Grêmio foi, mais uma vez, burocrático. Não aumentou o ritmo. Não colocou velocidade nas jogadas. Não forçou a bola aérea. Não fez jogadas de linha de fundo. Não tentou inverter um meia com um volante. Não teve ultrapassagem. Não usou o seu centroavante como pivô. Apenas tocou a bola, esperando por um erro do adversário, que só foi acontecer nas cobranças de pênaltis, quando Danilo Baía mandou a bola por cima do travessão.

Pelo que apresentou contra o São Luiz, o Grêmio talvez devesse ter sido eliminado do turno no Gauchão. Poderia inclusive ter ficado de fora mesmo, caso fosse marcado um pênalti em um lance que Juba arrancou em posição duvidosa e foi derrubado por Bressan. Mas Anderson Daronco segue mais preocupado em fazer cara de mau do que apitar corretamente as regras do jogo.


Todo mundo sabe que o Gauchão não é a prioridade. Não é meta do Grêmio para 2013. Mas ainda assim é um tanto assustador notar como o clube enfrenta mal a fórmula da competição (que é muito ruim, diga-se de passagem). Pode até ser algo que no resultado final não faça diferença, mas, a priori, perder a vantagem de jogar a semifinal em casa é um prejuízo considerável.
A Libertadores é outra história. O foco é outro, a motivação é outra. Mas fica a dúvida. O time vai começar a render da noite pro dia? Vai conseguir repetir desempenho semelhante ao mostrado contra Fluminese no Rio e Caracas em casa?

O mesmo questionamento vale para a torcida. Uma eventual liberação do setor da geral irá por si só melhorar o clima no estádio? A torcida irá pegar junto com o time? A simbiose entra gramado e arquibancada pode crescer rapidamente?



Fábio Aurélio não acrescentou muito jogando como meia. Parece não ter encontrado o posicionamento ideal, por vezes se perdendo na movimentação. Mas é um jogador de grande experiência. Tem amplas condições de fazer a diferença.

Mas a noite não foi só de notícias ruims. Bressan e Alex Telles mais uma vez se portaram bem em campo. E Guilherme Biteco foi a figurada mais iluminada do time do Grêmio. Não consigo ver ele fora da lista dos inscritos para próxima fase.

E um momento notável da partida aconteceu quando a torcida do Grêmio aplaudiu ironicamente o goleiro Oliveira na execução de um tiro de meta, depois de tantas cobranças tortas efetuadas pelo arqueiro adversário.

Fotos: Lucas Uebel (Grêmio.net), Jeferson Guareze e André Avila (Correio do povo)

Grêmio 0x0 São Luiz (Grêmio 5x3 nos pênaltis)

GRÊMIO: Dida; Pará (Tony – 27'/2ºT), Cris, Bressan e Alex Telles; Matheus Biteco (Guilherme Biteco – 19'/2ºT), Souza, Zé Roberto e Fábio Aurélio (Yuri Mamute – intervalo); Kleber e Barcos 
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

SÃO LUIZ: Oliveira; Júnior Barbosa, Thiago Costa, Marcel e Adão; Chicão, Baiano, Washington e Marcos Paraná (Danilo Baía – 35'/1ºT); Eraldo (Ícaro – 24'/2ºT) e Juba
 Técnico: Leandro Machado.

Data: 22/04/2012, Segunda-feira,  21h00min
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre -RS
Público: 16.164 (14.080 pagantes)
Renda: R$ 506.356,00
Árbitro: Anderson Daronco
Auxiliares: José Javel Silveira e Alexandre Kleiniche
Cartões amarelos: Thiago Costa, Marcos Paraná, Oliveira e Júnior Barbosa (SLZ) Souza (GRE)
Cartão vermelho: Thiago Costa

"PENALIDADES: O Tricolor conseguiu 100% de aproveitamento nas cobranças e garantiu a classificação. Zé Roberto, Kleber, Barcos, Alex Telles e Guilherme Biteco marcaram os gols gremistas. No São Luiz, Danilo Baia chutou por sobre o travessão desperdiçando o único pênalti dos visitantes. Washington, Marcel e Juba fizeram suas cobranças. Chicão, que era o último da lista, nem precisou cobrar."(Grêmio.net)

segunda-feira, abril 15, 2013

A fórmula do Gauchão - Alternativas


Muito tem se discutido sobre a existência dos campeonatos estaduais. Radicalismos a parte, considero o debate salutar. O problema é que com certa frequência as ideias ganham ares utópicos, com propostas sobre a não participação dos times grandes, ou de um estadual que dure o ano inteiro.

Por enquanto tais soluções se mostram inviavéis. Assim, me preocupo muito mais com mudanças pontuais na fórmula, mudanças que poderiam tornar mais racional a forma que o campeonato gaúcho ocupa o calendário.

Já disse aqui no blog que o atual formato, muito embora seja defendido com unhas e dentes pelo presidente da Federação, implica num número excessivo de datas (23 para "apenas" 16 times).

Também registrei que a fórmula exige um número muito grande de compromissos dos grandes da capital num período cedo do ano. E isso acaba prejudicando a dupla Grenal em relação aos seus rivais nacionais. Um dado interessante sobre 2013: Entre Libertadores e Estadual o Grêmio já entrou em campo 23 vezes no ano, contra apenas 15 do Atlético-MG. Já o Inter atuou em 19 partidas entre Copa do Brasil e estadual, contra apenas 10 jogos do Cruzeiro.

Mas a fórmula parece que também não agrada aos clubes do Interior. Em entrevista ao jornal Zero Hora, o técnico Lisca, do Juventude, afirmou que o formato "É ruim, porque é curto e com muito formulismo. É difícil firmar um trabalho. Há muito imediatismo".

O formulismo do Gauchão prevê uma surreal fase eliminatória no meio do campeonato. Fase essa que paralisa as atividades da metade dos clubes. E mesmo os clubes que eventualmente avançam para essa fase podem ficar distantes do seu torcedor. O São José ficou mais de um mês sem jogar no Passo d´areia, atuando como mandante em 09 de fevereiro, pela 7ª rodada do 1º turno e só tendo voltado a jogar em casa em 21 de março, pela 2ª rodada do 2º turno. Veranópolis e Juventude foram submetidos a mesma situação.

A melhora efetiva do Gauchão talvez passe por mudanças mais amplas, como a questão do número de times. Mas hoje, uma simples mudança na fórmula poderia amenizar a questão do excesso de datas e resolver a parada brusca que boa parte dos times é submetido durante o campeonato.

Se fosse adotada a fórmula do Campeonato Mineiro, com turno único e quatro equipes avançando as semifinais (disputadas em jogos de ida e volta) teríamos a necessidade de 19 datas, contra 23 da atual fórmula. Se fosse aplicada a classificação geral do Gauchão 2013 a essa fórmula teríamos os hipotéticos confrontos mostrados abaixo:


Outra possibilidade é seguir o modelo do campeonato paulista, onde 8 clubes avançam as quartas de final após um turno único. Com todos os confrontos eliminatórios sendo disputados em jogos de ida e volta teriamos 21 datas. Se apenas a final fosse disputada em 2 partidas a necessidade cairia para 19 datas. Adotando essa forma de disputa sobre a classificação geral do gauchão 2013 teríamos os hipotéticos enfrentamentos abaixo ilustrados:


Uma terceira alternativa seria seguir o modelo dos Playoffs da NFL, onde seis clubes se classificam após um turno único, e os dois primeiros colocados ganham um folga, esperando a definição das semifinais. Novamente as datas poderiam oscilar entre 18 e 21 datas, dependendo da necessidade de se ter confrontos de ida e volta. Com a atual classificação geral, seria esse o chaveamento do Gauchão 2013 de acordo com essa fórmula.


Torço muito para que ocorram mudanças nesse sentido. Os clubes precisam acordar para o fato de que o atual calendário do Campeonato Gaúcho não é nada racional.

Classificação Geral - Gauchão 2013


Posição            Equipe  PG
   V   E   D   GP   GC   SG    %
Internacional Internacional  31
   9   4   2    25     9   16   68%
Lajeadense Lajeadense  28
   7   7   1    17     9    8   62%
São Luiz São Luiz  27
   8   3   4    22   12   10   60%
Grêmio Grêmio  26
   8   2   5    26   15   11   57%
Juventude Juventude  25
   6   7   2    19   14     5   55%
Passo Fundo Passo Fundo  21
   5   6   4    16   14     2   46%
Esportivo Esportivo  20
   6   2  7    17   17     0   44%
Caxias Caxias  20
   5   5  5    14   17    -3   44%
Veranópolis Veranópolis  18
   5   3  7    13   15    -2   40%
10 Pelotas Pelotas  18
   5   3  7    13   19    -6   40%
11 Cruzeiro-RS Cruzeiro-RS  17
   4   5  6    11   13    -2   37%
12 Novo Hamburgo N. Hamburgo  17
   4   5  6    14   17    -3   37%
13 São José-RS São José-Poa  17
   4   5  6      7   16    -9   37%
14 Santa Cruz-RS Santa Cruz  16
   5   1  9    20   27    -7   35%
15 Cerâmica-RS Cerâmica  15
   4   3  8    10   14    -4   33%
16 Canoas Canoas  11
   2   5  8    10   26   -16   24%

Gauchão - Classificação do 2º turno

 Grupo A


Times P J V E D GP GC SG %
1 Grêmio Grêmio
14 7 4 2 1 10 4 6 66
2 Passo Fundo Passo Fundo
13 7 3 4 0 9 5 4 61
3 Novo Hamburgo Novo Hamburgo
12 7 3 3 1 7 4 3 57
4 Lajeadense Lajeadense
10 7 2 4 1 6 6 0 47
5 Pelotas Pelotas 9 7 2 3 2 8 9 -1 42
6 Cruzeiro-RS Cruzeiro-RS 7 7 2 1 4 6 7 -1 33
7 Caxias Caxias 7 7 2 1 4 5 10 -5 33
8 Cerâmica-RS Cerâmica-RS
3 7 1 0 6 4 10 -6 14

Grupo B

Times P J V E D GP GC SG %
1 Internacional Internacional  16 7 5 1 1 14 4 10 76
2 Juventude Juventude 14 7 4 2 1 13 8 5 66
3 Veranópolis Veranópolis
14 7 4 2 1 7 4 3 66
4 São Luiz São Luiz   10 7 3 1 3 12 9 3 47
5 Santa Cruz-RS Santa Cruz-RS 9 7 3 0 4 10 11 -1 42
6 Esportivo Esportivo 7 7 2 1 4 8 9 -1 33
7 Canoas Canoas
5 7 1 2 4 6 15 -9 23
8 São José-RS São José-POA
3 7 0 3 4 0 10 -10 14