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quarta-feira, outubro 22, 2014

Eleições para Presidente 2014 - Segundo Turno



No último sábado, dia 18 de outubro, aconteceu o segundo turno das eleições para a presidência do Grêmio. 9.013 sócios votaram e elegeram Romildo Bolzan Jr. para comandar o clube no biênio 2015/2016. Os 4.329 votos pela internet e os 4.684 votos presenciai ficaram assim distribuídos:

- Chapa 04 - Romildo Bolzan Jr. - 6.398 votos (71,4%) 
                    3215 na Internet + 3183 Presenciais

- Chapa 05 - Homero Bellini Jr. - 2.557 votos (28,6%
                    1091 na Internet + 1466 Presenciais 

- 38 votos nulos e 20 votos em branco



Não foi o resultado que eu gostaria, mas de forma alguma o considerarei menos legítimo. Muito mais do que uma questão de gostar ou não, creio que o importante seja a consolidação do processo democrático no clube (lembrando que, ao menos para mim, a democracia não se limita a realização de eleições de tanto em tanto tempo).

É sempre importante ressaltar que essa é apenas quarta eleição direta para presidente nos "tempos modernos" do Grêmio. Assim sendo, alguns excessos são compreensíveis, outros nem tanto. Correções e aperfeiçoamentos se farão necessários. Posso estar decepcionado com muitas coisas que aconteceram nessa campanha, mas fico de consciência tranquila por ter defendido o meu lado (ou o lado que eu julgava mais capacitado) sem ter renunciado aos meus princípios, as minhas convicções e a minha coerência.

Por último, destaco um dado dessa eleição que é curioso (pra não dizer decepcionante). Apesar de o processo de votação ter sido facilitado com a introdução do voto pela internet, o percentual de votantes em relação ao total de sócios aptos caiu para 23,11%.



sábado, outubro 11, 2014

Eleições para Presidente 2014 - Primeiro Turno


 Na última terça-feira, ocorreu o primeiro turno da eleição para a Presidência do Grêmio para o próximo biênio. 291 conselheiros votaram. Foram três votos em branco e um nulo. Os demais votos ficaram assim distribuídos:

Chapa 01 - Grêmio Novo -  Presidente: Jorge Eduardo Bastos - 20 votos
Conselho de Administração: Rodrigo Karan, Sérgio Bombassaro, João Burzlaff, Lucas Thadeu da Luz, Donato Hubner e Milton de Mello

Chapa 02 - Projeto Grêmio - Presidente: Pierre Gonçalves - 10 votos
Conselho de Administração: André Luís Morini, Rafael Hansen de Lima, Leandro Bortolini, Giuliano Vieceli, Cristiano Machado Costa e Leandro Vidal Nogueira

Chapa 03 - Somos Grêmio - Presidente: Nilton Cabistani - 10 votos
Conselho de Administração: Ricardo Gothe, Paulo Grings, Maurício Lacerda,  Renato Vieira, Diego Luz e Roger Ritter 

Chapa 04 - Nossa Casa Novas Conquistas Nosso Futuro - Presidente: Romildo Bolzan Jr - 140 votos
Conselho de Administração: Adalberto Preis, Antônio Dutra Jr., Claudio Oderich, Marcos Herrmann, Odorico Roman e Sergei Ignacio da Costa 

Chapa 05 - Grêmio Por Todos  - Presidente: Homero Bellini Jr. - 107 votos
Conselho de Administração: Airton Ruschel, Eduardo Magrisso, Émerson Rosa, Fernando Hackmann, José de Jesus Camargo e Juarez Aiquel

Conforme consta no site do clube: "Assim, as duas chapas, as únicas a obterem pelo menos 20% dos votos entre os 291 conselheiros que participaram do pleito, disputarão a preferência dos associados no dia 18 de outubro, em Assembleia Geral."

Ainda que possa parecer óbvio para muitos, considero importante deixar claro que eu votei na Chapa 05, por entender que a atual administração não é satisfatória, por ter participado da elaboração do projeto de gestão do Homero Bellini e por acreditar que ali está a melhor opção para comandar o clube nos próximos anos.

Apesar de ser uma tarefa cansativa e muitas vezes pouco recompensadora, eu me empenho em defender a democratização no Grêmio. Fico feliz em ver mais uma eleição acontecendo, apesar de entender que ainda são necessárias algumas correções no nosso processo democrático. Já disse inúmeras vezes aqui no blog que não gosto desse formato de primeiro turno dentro do conselho, especialmente com a cláusula de barreira. Mas esse é apenas um descontentamento meu com as regras e o formato da eleição. De resto eu me incomodo muito mais com a postura e atitudes de alguns participantes desse processo. E quanto a este aspecto é difícil sugerir mudanças que não sejam as de consciência.

O grande número de chapas concorrentes espanta não só quem acompanha de longe como também quem milita na política gremista. É evidente que existem diferenças nas ideias, nas maneiras que se acredita que o clube deve ser administrado. Mas essas divergências não são tão variadas ao ponto de justificar cinco chapas distintas. Essa pluralidade se explica muito mais pela disputa por espaço do que pela disputa por ideias. A busca pura e simples por poder, cargos e colocações, sem qualquer ideologia por trás, não faz o menor sentido pra mim. Tento me esforçar para não julgar ou tentar deslegitimar quem pensa o contrário, mas é bastante complicado presenciar algumas coisas como, por exemplo, ver um conselheiro que concorreu por uma chapa se engajar de maneira enérgica na campanha de outro candidato antes mesmo da  votação no 1º turno se encerrar.

Me parece que a ânsia pelo poder não pode justificar uma série de incoerências  que temos visto por aí (a insistente crítica a inserção da política partidária no clube foi esquecida agora?). Aliás, a ânsia pelo poder deveria somente servir como motivação para o aprimoramento na apresentação dos projetos que se tem para o Grêmio. Mas isso não é tão fácil, porque quem efetivamente está interessado em introduzir ideias para o cenário do clube como um todo, pensando grande mas com os pés no chão, acaba perdendo uma quantidade absurda de energia tentando refutar propostas fantasiosas ou tentando desestimular debates irresponsavelmente baixos, cheios de terrorismos baratos ("se A ganhar o Fulano sai"; "se B vencer tal coisa irá acabar")  e falsas ilações e associações ("tal grupo está ligado em Beltrano, porque lá em 19XX..."). E por mais essa discussão típica de "recreio de colégio" possa ser iniciada de  maneira inconsciente, sem segundas intenções,  ela fatalmente acaba desviando o foco dos assuntos realmente importantes e relevantes.

Apesar de todas essas constatações, eu ainda tenho esperança de ajudar a aumentar nível e a profundidade do debate. A razão final da disputa política dever ser sempre a melhora do clube.

sexta-feira, dezembro 06, 2013

As eleições atrapalham o rendimento do time?

Com o jejum vivido pelo Grêmio fica bem mais fácil criar teses rasas que atribuem um único fator para o insucesso do time. Uma dessas teses que mais me incomoda é a que demoniza a política (ou mais precisamente a "briga política"). Como se a participação democrática fosse problema, e não solução.

Como ferrenho defensor da democracia no clube, eu nunca entendi bem porque o argumento de que "as eleições atrapalham o time" é aceito com tanta facilidade, mas sem haver nenhum dado que o confirme. Assim resolvi fazer uma pesquisa. 

O primeiro dado que me ocorreu foi de que as piores campanhas do Grêmio no Brasileirão, desde a volta da Série B, ocorreram justamente nos anos que não ocorreu nenhum tipo de eleição, conforme se pode ver na tabela abaixo:


Mas decidi focar a pesquisa no rendimento antes, durante e depois do período eleitoral. O método que escolhi foi de acompanhar o desempenho do Grêmio no Brasileirão em diversos momentos: 2 meses antes da eleição, 1 mês antes, um jogo após e 1 mês após a eleição. 

Pela minha leitura dos dados fica difícil defender a ideia de que o desempenho do time é atrapalhado pelas eleições. Conforme se pode observar abaixo (e também nas tabelas separadas por aproveitamento e colocação, para facilitar a visualização e pontuação), em alguns anos o rendimento do time até aumentou no mês da eleição, sendo que na maioria das vezes permaneceu praticamente inalterado:







- Dois meses antes da eleição – Grêmio 55,55% de aproveitamento (3º colocado com 25 pontos)
- Um mês antes da eleição – Grêmio 49,48% de aproveitamento (7º colocado com 32 pontos)
- Após rodada posterior a eleição – Grêmio 55,95% de aproveitamento (3º colocado com 47 pontos)
- Um mês após a eleição – Grêmio 54,54% de aproveitamento (5ª colocado com 54 pontos)




- Dois meses antes da eleição – Grêmio 73,33% de aproveitamento (1º colocado com 44 pontos)
- Um mês antes da eleição – Grêmio 64,10% de aproveitamento (1º colocado com 50 pontos)
- Após rodada posterior a eleição – Grêmio 62% de aproveitamento (1º colocado com 56 pontos)
- Um mês após a eleição – Grêmio 63% de aproveitamento (2º colocado com 66 pontos)





- Dois meses antes da eleição – Grêmio 37,50% de aproveitamento (15º colocado com  9 pontos)
- Um mês antes da eleição – Grêmio 35,70% de aproveitamento (15º colocado com  15 pontos)
- Após a rodada imediatamente posterior a eleição – Grêmio 41,27% de aproveitamento (12º colocado com  26 pontos)
- Um mês após a eleição – Grêmio 49,4% de aproveitamento (8º colocado com  43 pontos)




- Dois meses antes da eleição – Grêmio 62,96% de aproveitamento (4º colocado com  34 pontos)
- Um mês antes da eleição – Grêmio 62,8% de aproveitamento (3º colocado com  49 pontos)
- Após a rodada imediatamente posterior a eleição – Grêmio 60,6% de aproveitamento (3º colocado com  60 pontos)
- Um mês após a eleição – Grêmio 62% de aproveitamento (2º colocado com  67 pontos)




- Dois meses antes da eleição – Grêmio 55,55% de aproveitamento (7º colocado com  15 pontos)
- Um mês antes da eleição – Grêmio 58,3% de aproveitamento (3º colocado com  28 pontos)
- Após a rodada imediatamente posterior a eleição – Grêmio 58,3% de aproveitamento (2º colocado com  42 pontos)
- Um mês após a eleição – Grêmio 56,98% de aproveitamento (3º colocado com  53 pontos)





segunda-feira, setembro 30, 2013

Eleição para o Conselho Deliberativo 2013

Neste sábado, se encerrou a eleição para a renovação da metade das cadeiras do Conselho Deliberativo do Grêmio. Segundo o site do clube, os números finais do pleito foram os seguintes:

 4.670  sócios votaram por correspondência e 3.854 sócios compareceram na Arena no dia 28 para votar, totalizando assim 8.524 votos, distribuídos da seguinte forma:

Chapa 01 - Grêmio do Prata - 804 votos (9,5%)
Chapa 02 - Faixa no Peito - Unido e Vencedor - 2509 votos (29,5%) 
Chapa 03 - Nação Tricolor - 462 votos (5,4%)
Chapa 04 - Juntos pelo Sócio - 1.122 votos (13,2%)
Chapa 05 - Grêmio Maior - 1.354 votos (15,9%)
Chapa 06 - Somos Grêmio - 454 votos (5,3%)
Chapa 07 - #VemproGrêmio - 1.790 votos (21,1%) 

Apenas as chapas 2 e 7 superaram a a cláusula de barreira, que é de 20%. A chapa 2 elegeu 88 conselheiros titulares e 18 suplentes, enquanto a chapa 7 elegeu 62 conselheiros titulares e 12 suplentes.

Como já disse aqui, fiz campanha para a chapa 7. Estive durante todo o sábado na Arena, e o clima que vi lá era muito bom. Talvez o mesmo não se possa dizer em relação a outros debates feitos, especialmente na internet (em focos bem localizados), mas com certeza houve uma significativa melhora em relação a eleições anteriores.

Era imaginado que com o grande número de chapas poucas delas conseguiram superar a cláusula de barreira. O que é uma pena. E não digo isso por casuísmo, mas sim por sempre defendi a inexistência desse tipo de norma. Entendo que até possam existir mecanismos para impedir as chamadas "candidaturas aventureiras", mas não parece que seja correto e justo descartar votos dos sócios nesse processo. Na prática é isso que acontece. Contudo é preciso reconhecer que já houve uma evolução, o percentual que foi reduzido de 30% para 20% em 2011. A marca anterior não foi ultrapassada por nenhuma das chapas que concorreram nessa ocasião. Acho salutar que sejam feito debates nesse sentido, mas sem casuísmos, populismo e oportunismo.

Outro dado que me chama a atenção é o comparecimento dos sócios na eleição. Num total de mais de 37 mil sócios aptos a votar, cerca de 8.500 exerceram o seu direito, o que dá um comparecimento de 22, 7%. Não é um número de todo o ruim na comparação com o histórico de comparecimento de sócios. Contudo é preciso considerar que, assim como em 2012, havia a facilidade da votação pelo correio. Eu entendo algumas dificuldades, mas não posso deixar de considerar que há algum descaso de grande parcela do quadro social do clube com o processo democrático. E creio que a abstenção consciente, como forma de protesto, não funciona e não colabora com o futuro do Grêmio. Mas vou continuar com essa e outros considerações sobre as eleições em um outro post.


sábado, agosto 17, 2013

Iniciada a eleição do Conselho do Deliberativo

Encerrou ontem o prazo para inscrições de chapas para a eleição que renovará a metade das cadeiras do conselho deliberativo do Grêmio. 7 chapas foram inscritas. Num primeiro momento tal número pode parecer exagerado. É de se questionar se há tanta variedade de ideias/discurso para justificar tamanha pluralidade. Mas há também como encarar tal cenário de forma otimista. O grande número de postulantes é um indicativo claro de que há forte interesse dos sócios em fazer parte da política do clube e o clube vem se mostrando bem mais aberto a participação democrática.

É uma questão de abertura e de uma certa proporcionalidade. Em 2004 havia 6 mil sócios aptos a votar, e eram 2 as chapas concorrentes. Em 2007 foram registradas 3 chapas para um universo de 10 mil aptos a votar.  3 chapas  também foram inscritas em 2010, quando o eleitorado era de 28 mil sócios. Para a eleição do dia 28 de setembro, teremos mais de 37 mil sócios aptos a votar. Era de se esperar  que o número de candidatos acompanhasse o crescimento que o quadro social teve nos últimos anos.

Eu tenho posição firme e aberta nessa eleição. Sigo apoiando a ideia de que é preciso se distanciar do dualismo personalista que vem dominando o Grêmio nos últimos anos. Creio que não há mais espaço para tanto. Para isso acredito que é preciso criar alternativas, mas alternativas viáveis, responsáveis, que tenham a inteligência, capacidade e maturidade para fazer as mudanças necessárias na mentalidade do clube. Foi isso que busquei fazer em 2012, ao colaborar com a candidatura de Homero Bellini Junior para a presidência. Fico feliz que em 2013 mais grupos e mais pessoas tenham se filiado a essa ideia. Por isso votarei e trabalharei pela chapa "Grêmio de Todos" na eleição do dia 28 de setembro.

Não sou maniqueísta e reconheço virtudes e acertos em diversas outras chapas. Mas as divergências, as diferenças (por mais que possam tentar ser disfarçadas) existem, e por isso a disputa se faz presente. E não vejo mal nenhum em termos uma disputa.

Não consigo concordar com algumas pessoas que tentam atribuir toda a culpa dos insucessos futebolísticos do Grêmio nos últimos anos a disputa política. Temos várias maneiras de administrar um time de futebol, e entre elas se destacam duas formas: Uma é a do clube com dono ( Ex: Milan, Chelsea, Manchester United), que coloca o seu dinheiro e assim pode mandar e desmandar no time. Outra seria a do clube composto por sócios (Ex: Barcelona, Bayern de Munique, Boca Juniors) que elegem seus representantes para gerir o time. Não há e nunca houve nenhuma notícia de que o Grêmio pudesse ser vendido para um dono, assim é possível encaixar o tricolor nesse segundo "modelo" de clube.

Nunca é demais lembrar que o Barcelona, paradigma de sucesso no futebol nos últimos anos, vive intensa disputa eleitoral. Joan Laporta, sofreu uma "moção de censura" que visava afasta-lo da presidência do Barça em 2008. No ano seguinte ele permaneceu no comando e o time ganhou todos os títulos que disputou. Ainda assim, ele não conseguiu eleger o seu sucessor, sendo derrotado por Sandro Rossel, que conquistou o título mundial em 2011. Como se vê, disputa política não afasta o Barcelona dos troféus. Devem ser poucos os barcelonistas que reclamam das eleições. E aqueles que não gostam de exemplos tão longínquos e costumam achar "que a grama do vizinho é sempre mais verde" precisam se ater ao fato de que a última eleição do co-irmão teve nada menos do que 6 chapas concorrendo as vagas do conselho deliberativo

É certo que as eleições não são um fim si mesmo, mas tenho séria desconfiança de quem tem ojeriza a elas. Qual a alternativa que estes propõem? Será que desconhecem a célebre frase de Churchill: "A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as demais formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos"



terça-feira, outubro 23, 2012

Comparecimento Eleições - 2004 à 2014

No domingo tivemos a maior eleição da história do Grêmio. Achei que seria válido atualizar o levantamento sobre o número sócios aptos a votar e o número de sócio que efetivamente votou em cada eleição no clube desde 2004

 Além de ter tido um grande número de votantes, a eleição de 2012 também teve o maior comparecimento desde 2004. Votaram 40,86% dos mais 33 mil sócios aptos para tanto. Tamanho crescimento pode também ser atribuído a opção do voto por correspondência. A comparação mais óbvia a ser feita é com a última eleição no co-irmão, que adotou uma sistemática parecida e teve um número total de votantes maior mas com um comparecimento um pouco inferior (36%).

Ainda assim, eu reitero que sempre fico surpreso com grande número de pessoas que não exerce seu direito de voto no clube.





2014 - Presidente

"Mais de 39 mil associados estão aptos a votar, mas o clube espera entre 12 e 15 mil gremistas na Esplanada da Arena. O resultado deverá ser divulgado a partir das 18 horas." (Zero Hora - 18/10/2014)"

- Aptos para votação: 39.000 sócios
- Esperados: 12.000 sócios
- Votaram: 9.013 sócios (23,11%)

2013 - Conselho Deliberativo

"Os 37.680 sócios aptos a votar são os que cumprem as exigências de estarem em situação regular com o clube nos últimos 12 meses e com mensalidades em dia até agosto. Também precisam ser maiores de 16 anos e associados ao Grêmio há pelos menos dois anos. O resultado da eleição deve ser divulgado no final da tarde deste sábado. Mais de 10 mil sócios são esperados no processo eleitoral gremista." (Terra - 28/09/2013)"

- Aptos para votação: 37.680 sócios
- Esperados: 10.000 sócios
- Votaram: 8.524 sócios (22,62%)

2012 - Presidente

"Das 33,1 mil cartas enviadas aos associados, em que aparecem os nomes de Fábio Koff, Homero Bellini Júnior e Paulo Odone, 2,093 mil já haviam sido devolvidas até ontem. Com base nesse dado, Moesch estima que 12 mil gremistas votem por correspondência, com a maior parte das cartas chegando ao Olímpico dia 16, véspera do encerramento do prazo. Cerca de oito mil são esperados para votar nas urnas eletrônicas instaladas no Quadro Social. - Projeto cerca de 20 mil votos. Será a a maior eleição da história do clube -  diz Moesch." (Zero Hora - 08/10/2012)"

- Aptos para votação: 33.154 sócios
- Esperados: 20.000 sócios
- Votaram: 13.547 sócios (40,86%)

2010 - Conselho Deliberativo

"São cerca de 28 mil sócios aptos para votar, e a expectativa é que aproximadamente 10 mil compareçam ao estádio até as 17h." (Zero Hora - 11/09/2010)"

- Aptos para votação: 28.000 sócios
- Esperados: 10.000 sócios
- Votaram: 4.624 sócios (16,51%)

2008 - Presidente

"Atualmente 20 mil sócios estariam aptos para votar. A direção espera que 6 mil comparecem às urnas." (O Sul - 10/10/2008)"

"A estimativa da direção é que dos 22 mil sócios aptos a votar atualmente, 6 mil deverão comparecer. " (Correio do Povo - 18/10/08)

- Aptos para votação: 22.000 sócios
- Esperados: 6.000 sócios
- Votaram: 5.365 sócios (24,39%)

2007 - Conselho Deliberativo
"O presidente do Conselho Deliberativo do Grêmio, Mauro Knijnik, estima que, entre os 10 mil sócios do clube aptos a votar, apenas quatro mil irão às urnas neste sábado." (ClicRBS - 26/09/2007)

- Aptos para votação: 10.000 sócios
- Esperados: 4 mil sócios
- Votaram: 3.063 sócios (30,63%)

2004 - Presidente
"Menos de um terço dos associados deve comparecer à votação que hoje decide o novo presidente do Grêmio. A previsão é do presidente do Conselho Deliberativo, Mauro Knijnik, que espera o comparecimento de no máximo 3 mil sócios de um universo de 11,6 mil aptos a participar do pleito" (Correio do Povo, 16 de Dezembro de 2004)

- Aptos para votação: 11.600 sócios
- Esperados: 3.000 sócios
- Votaram: 2.427 (20,92%)

2004 - Conselho Deliberativo
"Mesmo com cálculos da secretaria do clube mostrando um eleitorado de mais de 6 mil associados, a previsão feita pelo presidente do Conselho Deliberativo, Oly Fachin, é que 2 mil sócios do Grêmio compareçam ao pleito deste domingo" (Correio Do Povo, 26 de Setembro de 2004)

- Aptos para votação: 6.000 sócios
- Esperados: 2.000 sócios
- Votaram: 2.435 sócios (40,58%)

segunda-feira, outubro 22, 2012

2º turno da eleição para Presidente

Ontem tivemos o tão aguardado desfecho da eleição para a presidência/conselho de administração que comandará o Grêmio em 2013/2014. Eram mais de 33 mil associados aptos a votar. Nesse universo, contou-se com o voto de "13.547 sócios, sendo 7.964 presenciais e 5.583 pela votação por correspondência". O resultado foi o seguinte:

Chapa 01 - Fábio Koff - 7969 votos - 57,5%
Chapa 03 - Homero Bellini Jr. - 843  votos - 6,25%
Chapa 04 - Paulo Odone - 4951 votos - 36,7%

Eu participei ativamente dessa eleição. Como apoiador da chapa liderada por Homero Bellini Jr. e como fiscal/ representante da chapa no recebimento dos votos por correspondência, na votação presencial e na contagem dos votos que chegaram pelo correio. 

Foi uma tarefa bem cansativa, mas que fiz por gosto e termino essa etapa bastante orgulhoso. Contudo tenho duas pequenas "frustrações":

- A primeira é da caráter mais objetivo. Sempre ouvi falar na necessidade de democratização do clube. E obviamente sempre concordei com isso. Mas nem todo mundo dá a devida importância para essa ideia. De fato essa foi a maior eleição do clube, mas o comparecimento foi de 40,86%. Mais da metade dos 33 mil sócios aptos a votar sequer exerceu seu direito de voto (que nessa eleição consistia em colocar uma carta no correio). Eu lamento, mas também sou obrigado a reconhecer que não-participação pode ser uma escolha consciente no processo democrático, muito embora acredite que este não é o melhor caminho.

- A segunda é de caráter mais subjetivo. Parecia existir um consenso na torcida sobre a necessidade de pacificação e renovação do Grêmio. A pacificação restou inviabilizada antes da eleição e renovação foi pouco prestigiada no processo. Mas talvez a maioria tenha razão em entender que não era o momento para tanto e talvez o aguardado embate entre Koff e Odone fosse efetivamente necessário para encerrar um ciclo.

Nunca é demais lembrar que essa foi apenas a terceira eleição para presidente do Grêmio com voto dos sócios. A primeira que contou com três candidatos. Os avanços são lentos, mas acontecem. O clima no Olímpico ontem me pareceu muito bom e o resultado da votação é justo e inquestionável.

Gostaria muito de ver toda a energia e todo o zelo no trato das coisas relacionadas ao Grêmio canalizados para o bem do clube durante toda a gestão, não só no período de campanha. Espero que a próxima gestão comande o clube com sabedoria, mantendo avanços, fazendo as correções necessárias nesse período de transição, se valendo da inclusão e não de revanchismo, sabendo respeitar e dialogar com a oposição e com a torcida em geral. Não é uma tarefa simples.

terça-feira, outubro 09, 2012

Eleições 2012 - Questionário - Chapa 03

Em razão da eleição do dia 21 de outubro o BloGrêmio elaborou um questionário  e enviou para as 3 chapas concorrentes.

Por sorteio hoje são publicadas as respostas da chapa 3:

1) Nominata da chapa (Presidente e CA)
Homero Bellini Junior – Presidente
Alexandre Bugin – vice-presidente
Antônio Carlos Maineri – vice-presidente
Edson Berwanger – vice-presidente
Elizabeth Pedrosa Ribeiro – vice-presidente
Fernando Hackmann Rodrigues – vice-presidente.
Marcelo Wais – Vice-Presidente

2) Está vinculado formalmente a algum Grupo Político? Tem apoio de algum? Qual?
Movimento Grêmio Independente

4) Como avalia o atual momento do clube?
É inegável que o clube evoluiu como instituição nos últimos anos. Todavia, o Conselho de Administração não funciona como tal, faltando-lhe um pouco mais de autonomia para a tomada de atitude. Além disso, falta representação política daqueles abnegados para suporte aos departamentos do clube. É necessário, também, estabelecer metas mais claras para os executivos de todas as áreas  do clube e que essas metas tornem-se de conhecimento do Conselho Deliberativo, o que garantiria maior transparência de gestão. O Grêmio ainda vive uma gestão PERSONALISTA, centrada na FIGURA DO PRESIDENTE. Isso para uma empresa que quer modernizar seus processos de gestão não é recomendável.

5) Em relação a Arena, quais seus Planos e ideias? E como se encaixam no modelo de administração buscado pela sua gestão?
 Defendemos o projeto Arena desde o seu início. Hoje felizmente o novo estádio é um consenso entre os diversos grupos do clube e motivo de orgulho para torcida. É uma conquista de todos e deve seguir sendo assim.
A Grêmio Empreendimentos está bem estruturada, o contrato está firmado e será cumprido. Entendemos que a gestora do estádio  deve ter seus cargos ocupados por critérios técnicos e políticos. Na GE, defendemos a participação de todos os grupos políticos do clube, sem exclusões, e temos que cuidar para não reproduzirmos uma visão personalista também na GE. Vamos priorizar a indicação de técnicos para composição da Grêmio Empreendimentos, bem como nas vagas destinadas ao Clube na Arena Porto-Alegrense. Devemos manter o que vem sendo feito com excelência. Tal indicação será submetida à homologação do Conselho Deliberativo.
Precisamos ter um cuidado redobrado no primeiro ano de funcionamento da arena em razão da mudança de paradigmas na nova casa, com a re-adequação do quadro funcional do clube. Tal período pode ser de grande valia para implementar processos mais profissionais e adotar as medidas sugeridas pelo Planejamento Estratégico, pelo Relatório do Fórum dos Movimentos e pelos trabalhos das consultorias internacionais contratadas para planejar a transição do clube como um todo.

6) Possui alguma medida “emergencial” que julgue necessário a ser implementada no dia seguinte a posse? Qual?
Sim, negociar a permanência do volante Souza. Queremos um time forte.

7) Tendo em vista o planejamento de Marketing da sua eventual gestão, qual a posição do candidato sobre a interação com a torcida gremista? E como pensa o Quadro Social nesse projeto?
O clube atualmente tem o problema sério de comunicação com seu torcedor. O Grêmio possui mais de 50 mil sócios e nem sempre consegue ouvir e atender aos anseios e desejos da sua torcida. É preciso implementar ações para que o sócio sinta-se peça importante na vida do clube, desvinculando aos resultados do futebol. Precisamos redobrar esforços na modernização na estrutura de atendimento aos sócios, já que há indicativo de majoração no número de sócios na ARENA.

8) Como pensa em levar o Grêmio para o topo dos clubes mais fortes internacionalmente, visto que, tem-se ai a questão populacional (quantidade de torcedores) e geográfica (está fora do eixo Rio-São Paulo)?
Muito embora o Brasil seja sempre referido como o país do futebol há uma notória dificuldade dos times nacionais em obter projeção perante os seus pares de outros continentes. Hoje o Grêmio não foge dessa realidade. Contudo, tendo em vista as nossas características únicas, de história, estilo de jogo e torcida, entendemos que o Grêmio pode sim ganhar maior destaque no cenário mundial.
 Nosso projeto contempla  a criação da a área de Marketing Global para implantação do Projeto Blue Squad e do Projeto DNA Tricolor. Para chegar ao topo o Grêmio não pode nunca perder o foco do futebol. É preciso que o time esteja permanentemente disputando e conquistando torneios internacionais.
 O clube deve também compreender o cenário no qual está incluído, trabalhando para fortalecer o futebol gaúcho e brasileiro como um todo, valorizando especialmente a “marca” do campeonato nacional;

9) É viável conseguir isto em um país com tantas desigualdades e carências em que é difícil para a esmagadora maioria pagar R$ 26 reais para ser sócio e mais os custos de 50% do ingresso e despesas para ver um (ou 4) jogo?
É plenamente viável, o Grêmio pode aumentar consideravelmente as suas receitas se melhor entender e explorar os diversos nichos econômicos e setores sociais que atinge. Para isso é necessária uma mudança na forma do clube tratar seu torcedor e de enxergar seu patrimônio. O Grêmio não possui somente um perfil de torcedor. Possui vários e pode contemplar todos eles nas suas ações.
Em tempo: Em razão dos termos da pergunta é forçoso esclarecer que na atual modalidade associação do Grêmio a mensalidade de R$ 26,00 (Sócio torcedor ouro) dá direito somente a preferência na compra de ingressos (e desconto na compra antecipada pela internet). O plano que dá direito a pagar 50% do ingresso é o sócio torcedor diamante, que tem o custo de R$ 45,00 mensais.


10) É a favor da profissionalização REAL de todo o departamento de futebol? Como fazer para que isto não mude a cada eleição? Qual o papel da Base?
Temos como base do nosso projeto a profissionalização dos setores do clube. No futebol, a razão de ser do clube, não seria diferente. Entendemos que é  fundamental a liderança de uma diretoria institucional, com visão de médio e longo prazo, como elo de ligação entre a equipe, comissão técnica, clube e torcida. Tal diretoria institucional tem também a função de proteger o patrimônio imaterial do Grêmio das atribulações políticas, das cobranças por resultados a curtíssimo prazo e da inevitável pressão dos apaixonados pelo tricolor.
No comando de toda a estrutura profissionalizada do departamento de futebol entendemos que se faz necessária a figura de um vice de futebol. Para responder pelo clube e dar respaldo ao executivo e todo o setor.
A base é fundamental para o fortalecimento do clube e merece ênfase especial no nosso projeto de gestão. A proposta de profissionalização também abrange tal departamento, com planejamento, metas de resultados de campo e de aproveitamento das categorias de base e de jogadores contratados, com definição de métricas de avaliação e adoção de softwares especializados de análise de desempenho como ferramenta de gestão dos atletas.
Pretendemos adotar um esquema tático padrão em todas as categorias de base, o que auxilia no crescimento dos atletas na mudança de categoria. Da mesma forma, se faz necessária a uniformização de treinamento e filosofia desde a primeira categoria até a última, inclusive com aulas teóricas sobre a história do clube, seus grandes atletas e suas conquistas.


11) Como fazer esse projeto de gestão dar certo sem comprometer as finanças e pagando dívidas históricas?
Com a implementação da Gestão financeira totalmente profissional; O MGI pretende a implementação de princípios de gestão financeira, fundamentada em três pilares:

- O controle salarial e de transferência dos jogadores;
- A maximização de receitas; e
- Gestão de receitas patrimoniais, com a exploração de seu patrimônio (ARENA, Eldorado, Cristal, Ilha), visando à gerar receita o ano todo sob diversas formas.
Estes três pilares demonstram a estratégia e procura equilibrar os interesses de todos no ambiente operacional do clube (sócios, torcedores, imprensa, patrocinadores e jogadores)
O controle salarial tem o papel de equilibrar os resultados, já que se identificou que o gasto com salários de jogadores é a principal despesa do clube.

12) Qual o seu projeto para o Grêmio e seus diferenciais?
O projeto pode ser livremente acessado no site http://www.homeropresidente.com.br/nossa-proposta/. O principal diferencial reside no fato de ser uma alternativa ao personalismo que se vê no Grêmio hoje. Não queremos discutir nomes, queremos discutir idéias. E as idéias da nossa proposta têm como base a participação (democratização/renovação), o profissionalismo e a transparência.

Eleições 2012 - Questionário - Chapa 04

Em razão da eleição do dia 21 de outubro o BloGrêmio elaborou um questionário  e enviou para as 3 chapas concorrentes.

Por sorteio hoje são publicadas as respostas da chapa 4:

1) Nominata da chapa (Presidente e CA)
A chapa é composta pelo Presidente Paulo Odone, candidato a reeleição, e composta pelos seguintes Vice Presidentes: Eduardo Antonini, Ricardo Vontobel, Claudio Oderich, Marco Antonio Scapini, Rodrigo Karan e André Gutierres.

2) Está vinculado formalmente a algum Grupo Político? Tem apoio de algum? Qual?
Nossa chapa é uma composição dos movimentos Grêmio Novo, Grêmio Sem Fronteiras, Grêmio Menino Deus, Grêmio da Trocida e Grêmio Democrático.

3) Como avalia o atual momento do clube?
Podemos fazer uma analogia. O Grêmio está cruzando pelo Cabo da Boa Esperança. Está saindo das marés ruins, dos mares revoltos e de tudo que atrapalhava a sua navegação que rumava às Índias. Com uma boa navegação, o Grêmio vai chegar aos seus objetivos muito em breve, mas precisa de pessoas que saibam lidar com as adversidades que podem aparecer e que conhecem as características do seu navio.
Nossas finanças estão melhorando, o processo de gestão está cada vez mais maduro, a Arena está prestes a ficar pronta, temos um grande técnico e um time competitivo. Isso tudo não existia até alguns anos atrás. Aliando estes fatores à nossa torcida, iremos muito longe.

4) Em relação a Arena, quais seus Planos e ideias? E como se encaixam no modelo de administração buscado pela sua gestão?
A Arena é um caso de sucesso pleno dentro do Grêmio. Seu projeto foi amplamente discutido dentro do Conselho Deliberativo, com todos os grupos politicos.
Ela possui um plano de negócios que foi muito bem elaborado, protegendo o clube de ríscos e voltado para potencializar de forma exponencial as receitas.
Nosso objetivo é fortalecer ainda mais a relação existente entre a gestão do Grêmio e a Grêmio Empreendimentos com os gestores da Arena. Desta forma, conseguiremos fazer a parceria render mais frutos (patrocinadores, investidores) tanto para a Arena, quanto para o próprio Grêmio.

5) Possui alguma medida “emergencial” que julgue necessário a ser implementada no dia seguinte a posse? Qual?
Hoje, graças a uma gestão forte e profissionalizada que foi implementada, não existe uma demanda emergencial dentro do Clube.
Nossa principal medida é dar continuidade ao trabalho que vem sendo feito ao longo de seis anos, quando pegamos o Grêmio em uma situação falimentar e devolvemos a ele a grandeza que o pertence. Estamos trabalhando focados na transição para a nossa Arena que já está gerando impactos muitos profundos no processo de gestão do Grêmio, tornando-o ainda mais competitivo, aspecto essencial para qualquer clube de futebol que deseja se manter entre os maiores do mundo.

6) Tendo em vista o planejamento de Marketing da sua eventual gestão, qual a posição do candidato sobre a interação com a torcida gremista? E como pensa o Quadro Social nesse projeto?
Vamos trabalhar muito a parte estratégica do marketing.
A gestão da marca é um dos pontos. Vamos focar em parcerias estratégicas, tanto para patrocinadores, como fornecedores e licenciados. Ainda sobre gestão da marca, iremos trabalhar a inserção do Grêmio em feiras, eventos e workshops sobre futebol e esportes. O mercado esportivo e futebolístico tem crescido cada vez mais, e nestes eventos é que se encontram as maiores referências, onde iremos trocar conhecimentos, know-how sobre todos os aspectos ligados ao futebol. Também vamos aproveitar para expor o que temos de melhor.
A gestão da marca está muito ligada a área de inteligência que projetamos. Ela vai ser a mola propulsora da marca, criando e estimulando os relacionamentos potenciais citados acima e também o relacionamento direto com clubes, gerando intercâmbios de conhecimento.
A comunicação também será otimizada. Queremos estreitar a relação do Grêmio com seu torcedor em primeiro nível, mas também com outros públicos como a imprensa, p.ex.. Um melhor processo de comunicação deve fazer com que o Grêmio esteja praticamente dentro da casa de qualquer gremista, mesmo que more a quilômetros de distância de Porto Alegre. A ideia é que ele saiba tudo o que acontece no Grêmio, utilizando tanto as mídias tradicionais, como radio, televisão, jornais e internet, mas principalmente potencializando as redes sociais e mídias do Grêmio (site, newsletter, TV e Rádio, Facebook, twitter, aplicativo de celular etc.). O torcedor tem que ter as notícias do Grêmio no momento que quiser, onde ele estiver.
Em relação ao Quadro Social, estamos sempre buscando parceiros para oferecer vantagens ao torcedor, para que ele tenha diversos benefícios por ser sócio do Grêmio. Isto é o reflexo de um trabalho iniciado em 2005 e que fez o Grêmio, de cerca de 6 mil sócios, passar a ter 70 mil agora em 2012.
Além das vantagens, vamos trabalhar muito os jovens gremistas. Os grandes clubes da Europa com grande número de sócios valorizam muito este segmento. A ideia é valorizar a criança gremista desde antes do seu nascimento, trabalhando junto às mães gremistas com ações focadas às gestantes. Depois, trabalhar o sócio quando bebê e em seguida o infantil.
O segmento feminino é outro que vamos dar muita atenção. O número de gremistas associadas vem crescendo a cada dia e não podemos deixar passar em branco a oportunidade de ter as mulheres como parceiras do Clube. A mulher é muito fiel ao que ela gosta e admira. Vamos dar motivos para elas aumentarem a fidelidade com o Clube, trabalhando ações específicas para este público.

7) Como pensa em levar o Grêmio para o topo dos clubes mais fortes internacionalmente, visto que, tem-se ai a questão populacional (quantidade de torcedores) e geográfica (está fora do eixo Rio-São Paulo)?
O Grêmio já é um clube muito conhecido nacional e internacionalmente. A melhor maneira de fortalecer a marca Grêmio é disputando títulos internacionais e ganhando-os. E com esta estrutura toda que montamos, temos hoje chances reais de ganhar títulos relevantes que novamente projetem o Grêmio no cenário mundial. Além disso, mesmo estando fora do eixo Rio-SP, temos uma torcida muito fiel e apaixonada. Conseguimos manter índices de ocupação de estádio acima da grande maioria dos times de lá, assim como o número de sócios. É a paixão do torcedor que faz o Grêmio ter força, ser grande e é ela que vai fazer o Grêmio crescer ainda mais no Brasil e em níveis Globais.

8) É viável conseguir isto em um país com tantas desigualdades e carências em que é difícil para a esmagadora maioria pagar R$ 26 reais para ser sócio e mais os custos de 50% do ingresso e despesas para ver um (ou 4) jogo?
Sem dúvida. Hoje temos 8 milhões de gremistas espalhados pelo Brasil e pelo Mundo. Não podemos trabalhar somente o benefício de assistir ao jogo dentro do estádio. Cabem só 60 mil pessoas dentro da Arena. E o resto dos gremistas não vai torcer e nem consumir o Clube? Claro que sim! O futebol mostra que quando o time tem força, ele conquista seguidores que o consomem de diferentes formas em todas as classes sociais. Se ele não for sócio, mas assistir o jogo do Grêmio, o valor da marca já estará crescendo, devido à audiência na televisão, que gera milhões de Reais em receita. Podemos ter como exemplo os grandes clubes da Europa, que quase não possuem sócios no Brasil por exemplo, mas vendem camisas e têm grande audiência nos canais aberto e a cabo.

9) É a favor da profissionalização REAL de todo o departamento de futebol? Como fazer para que isto não mude a cada eleição? Qual o papel da Base?
Com certeza. O futebol do Grêmio hoje é 100% profissionalizado. Tem seu executivo e todos os profissionais contratados com alta capacidade. Hoje não tem como ser diferente. O futebol hoje é uma atividade que exige dedicação integral e de pessoas competentes e capacitadas. O clube que não pensar assim, deixará de ser competitivo.
Para não haver mudanças na estrutura do futebol quando houver eleições, a maturidade dos gestores políticos deve ser muito grande. Eles devem medir os resultados, o que está sendo feito e não o nome dos profissionais, de quem ele é amigo, por quem ele foi indicado. Este é o grande problema que deve ser trabalhado. Uma política de governança corporativa rígida e estruturada, regida pelo Conselho Deliberativo pode ajudar a solucionar esta questão.
O papel da Base é de vital importância para a formação de um time vencedor. Na nossa gestão em 2011-12 investimos R$ 12 milhões nas Categorias de Base e conquistamos vários torneios, destacando a Taça BH neste ano. Antes, em 2008 o investimento também tinha alcançado esta marca, assim como os títulos das categorias também estavam acontecendo, apesar de que a principal função da Base é formar jogadores com qualidade técnica e tática para serem utilizados no time profissional. Os títulos da Base são consequência de um belo trabalho. Por isso investimos pesado na infraestrutura, estruturamos o CDD da Categoria de Base e contratamos profissionais de altíssima competência. O princiapal executivo, atual coordenador da área, possui referência muito forte no mercado e sua qualidade pode ser vista no dia a dia de quem está no Grêmio.

10) Como fazer esse projeto de gestão dar certo sem comprometer as finanças e pagando dívidas históricas?
Nós já quitamos o Condomínio de Credores que onerava terrivelmente o Grêmio em função de dívidas trabalhistas. Era uma folha de pagamentos extra que agora não existe mais. Temos ainda as dívidas com tributos federais que vão sendo abatidas com as receitas da Time Mania. Nossa gestão criou uma estrutura profissional consistente que vem executando um belo trabalho no clube. E ela melhora a cada dia, pois o processo de gestão está amadurecendo e se enraizando dentro da administração. Não existe mais espaço para pessoas incompetentes.
Cabe ressaltar que um fundo de investimentos para saldar o passivo (FIDC) ainda está em fase final de elaboração e vai ajudar a saldar dívidas. Também vamos criar um processo rígido de controladoria, visando racionalizar toda e qualquer atividade financeira e operacional dentro do Grêmio.
Tudo isso está muito alinhado. Tivemos o apoio de grandes consultorias para fazer este trabalho dar certo. A Quality Inn, referendada pelo Dr. Jorge Gerdau trabalha a gestão da rotina e de projetos dentro do Clube. Hoje, todas as áreas possuem metas e indicadores. São mais de 200 e todos funcionários tem conhecimentos deles e o seu trabalho é cobrado através dele. A PwC fez todo o trabalho de reestruturação administrativa do Grêmio. Quando formos para a Arena nos próximos dias, nossa gestão já vai estar totalmente orientada para um novo formato, racional e eficaz, eliminando excessos e ineficiências, otimizando os processos gerenciais e operacionais. Cabe ressaltar o trabalho de certificação ISO nas áreas de apoio, padronizando procedimentos e atividades. O conhecimento de como se faz as coisas está registrado no Clube e não mais na cabeça das pessoas.

11) Qual o seu projeto para o Grêmio e seus diferenciais?
Quando assumimos o Grêmio em 2005 nós estávamos na Série B, tínhamos uma dívida de mais de R$ 100 milhões, apenas nove jogadores eram do clube e diagnosticamos que levaríamos 10 anos para voltar a conquistar títulos relevantes, tamanho o caos em que o Grêmio se encontrava. Sete anos depois temos chances reais de título, ou seja, três anos antes do que tínhamos previsto. Mesmo assim, já estavamos disputando títulos antes, em 2007 e 2008. Por isso o nosso projeto é dar continuidade ao trabalho de recuperação que tem sido feito desde 2005. Nós arrumamos a casa, quitamos o Condomínio de Credores, otimizamos a estrutura administrativa e estamos entregando no fim do ano um time com uma base muito boa, com um excelente técnico e o melhor estádio da América Latina que será nossa Arena. E este é nosso principal diferencial: nós não ficamos no campo das ideias. Arregaçamos as mangas e conseguimos recuperar o Grêmio. Nós fomos lá no Barcelona ver como eles faziam a gestão do seu quadro social e trouxemos pra cá a ideia. O resultado foi o melhor possível, pois hoje temos 70 mil sócios. Também fomos visitar os principais times da Europa para aprender com eles a gerir uma Arena multiuso igual a que nós teremos no fim do ano. Também contratamos empresas de consultoria e auditoria mundialmente renomadas para passar um pente fino no Clube e nos ajudar na transição para a Arena. Buscamos o que existe de melhor em termos de centros de treinamento para montar o nosso, ao lado da Arena, que será de referência mundial. Fomos no Real Madrid, Milan, Barcelona, Benfica, Porto, entre outros, para entender tudo o que eles fazem de certo e descobrimos também o que foi feito de errado e que tiveram que consertar. Nosso CT da Categoria de Base seguirá os mesmos níveis. O futebol não se faz mais com 11 jogadores e um técnico, assim como as empresas não são apenas feitas de operários qualificados.
Ou seja, o diferencial é a evolução que o Clube vem tendo conosco a frente da gestão, e agora que arrumamos toda a casa e conseguimos montar um time qualificado, competitivo e com a cara do Grêmio, queremos voltar a trazer muitas conquistas para dentro dela. E podemos afirmar: O Grêmio está pronto para isso. E nós estamos prontos para levar o Grêmio aos grandes títulos.

domingo, outubro 07, 2012

Eleições 2012 - Questionário - Chapa 01

Em razão da eleição do dia 21 de outubro o BloGrêmio elaborou um questionário  e enviou para as 3 chapas concorrentes. 

Por sorteio as primeiras respostas a serem publicadas são a da chapa 1:

1) Nominata da chapa (Presidente e CA)
Presidente: Fábio André Koff
Vices: Adalberto Preis, Nestor Hein, Odorico Roman, Marcos Herrmann, Renato Moreira e Romildo Bolzan Jr.

2) Está vinculado formalmente a algum Grupo Político? Tem apoio de algum? Qual?
Grupos de apoio: Grêmio Imortal, Grêmio Sempre, Grêmio Sócios Livres, Grêmio Vencedor e Grêmio Unido.

3) Como avalia o atual momento do clube?
O momento do Grêmio é positivo, pois estamos prestes a realizar uma grande conquista com a inauguração da Arena o que, também deverá determinar o início de uma nova era. Assim, acreditamos que temos a maior e melhor oportunidade para avançarmos. Para “Avançar juntos” e unir todos os Gremistas em torno de um grande, inovador e ousado projeto de gestão, capaz de promover o encontro do Grêmio e da sua extraordinária torcida com a glória, para voltar a comemorar títulos de Expressão na Goethe.
Um momento especialmente favorável para que, sob a liderança de um Vitorioso, 100% dedicado ao Grêmio, não mais existam inimigos ou adversários em nossas hostes, sabedores que somos de que nossos adversários vestem outras cores.

4) Em relação a Arena, quais seus Planos e ideias? E como se encaixam no modelo de administração buscado pela sua gestão?
Em relação à Arena, existe total convergência de ideias e de segmentação. Ela é a primeira Unidade de Negócios do Grêmio. Motivo de orgulho e satisfação. Para otimizar seus resultados e caracterizar bem diferenciais a serem atingidos, terá seu Plano de Negócio Especifico, respeitada a parceira no negócio. O investimento supera a casa dos R$ 600 milhões. É, portanto, um grande e decisivo investimento.
Nosso direito de Superfície (que se transformará em direito de propriedade, após 20 anos), através de iniciativas inovadoras e em conjunto com o torcedor, razão de ser do Grêmio, deve ser potencializado.
Otimizando seus resultados, vai nos permitir maximizar recursos para o futebol. Faremos da nossa nova casa a morada de espetáculos inesquecíveis. Porém sair em carreata pela Goethe, comemorando títulos como o Tri da América, será nosso principal objetivo.

5) Possui alguma medida “emergencial” que julgue necessário a ser implementada no dia seguinte a posse? Qual?
De fato, estaremos trabalhando já á partir do dia 22.10.12. E através da administração    participativa, profissionalizaremos os diversos segmentos de negócios, com foco especial no Futebol e seu círculo virtuoso. Assim cumpriremos nosso primeiro desafio: ter uma equipe PROTAGONISTA. Vamos deixar de ser coadjuvantes.
No marketing, potencializaremos nossos inúmeros planos e, com 8 milhões de torcedores apaixonados, criaremos o círculo virtuoso financeiro, amplamente detalhado em nosso projeto, respeitando o poder aquisitivo de todas as faixas e categorias.

6) Tendo em vista o planejamento de Marketing da sua eventual gestão, qual a posição do candidato sobre a interação com a torcida gremista? E como pensa o Quadro Social nesse projeto?
Detalhar as diversas iniciativas caracterizaria quebra das boas normas de Governança Corporativa, uma vez que foram projetadas especificamente para o Grêmio. Neste momento, sua CONFIDENCIALIDADE deve ser PRESERVADA. No entanto, esclarecemos que foram submetidas à avaliação de pessoas de alta qualificação profissional e TODAS foram consideradas FACTÍVEIS. Vamos utilizar as ferramentas da função marketing num patamar nunca visto no Clube.

7) Como pensa em levar o Grêmio para o topo dos clubes mais fortes internacionalmente, visto que, tem-se ai a questão populacional (quantidade de torcedores) e geográfica (está fora do eixo Rio-São Paulo)?
Aproveitando nossos diferenciais estratégicos, que começam com a enorme paixão dos nossos torcedores e com o conhecimento e expertise de nosso presidente, cujos contatos transcendem as fronteiras nacionais. Isso permitirá constituir alianças e parcerias estratégicas inovadoras. Em nossa gestão, Grêmio vai mudar de dimensão, vai crescer de forma extraordinária.

8) É viável conseguir isto em um país com tantas desigualdades e carências em que é difícil para a esmagadora maioria pagar R$ 26 reais para ser sócio e mais os custos de 50% do ingresso e despesas para ver um (ou 4) jogo?
Cada torcedor, é um apaixonado, que deve contribuir de acordo com seu poder aquisitivo. A habilidade de atender este mercado cativo não cabe ao torcedor. É responsabilidade do dirigente, que deve ter visão e capacidade para extrair o potencial deste mercado, utilizando as ferramentas de marketing os seus relacionamentos.

9) É a favor da profissionalização REAL de todo o departamento de futebol? Como fazer para que isto não mude a cada eleição? Qual o papel da Base?
Sim somos favoráveis à total profissionalização. Passaremos por uma momento de transição, onde a magnitude das mudanças serão discutidas e explicadas a todas as instâncias do clube. Vamos desenvolver o Grêmio de forma harmônica e democrática.
Na base, adotaremos as melhores práticas na busca de talentos. Num primeiro estágio, privilegiaremos parcerias com olhos especialmente no mercado brasileiro, mas também nos vizinhos Uruguai, Argentina, Chile e Paraguai e implementaremos os planos do DNA tricolor .
As categorias de base não podem ser criadouros de atletas para terceiros. A estrutura é do Grêmio. Podemos ter voz sobre o destino do atleta. Vamos ter transparência na relação clube-investidor. Vamos resguardar os interesses do clube, mantendo o controle dos direitos econômicos dos atletas.

10) Como fazer esse projeto de gestão dar certo sem comprometer as finanças e pagando dívidas históricas?
Aumentando as receitas e, principalmente, fazendo uma gestão correta do futebol, privilegiando qualidade e não quantidade. O Grêmio acostumou-se a contratar 50 atletas a cada gestão e a substituir 5 técnicos em idênticos períodos, numa processo contínuo de gastos inconsequentes. Isso é desperdício. Preferiremos comprar 6 bons atletas por temporada e ter um técnico de primeira linha comprometido com as linhas e definições constantes no plano.

11) Qual o seu projeto para o Grêmio e seus diferenciais?
Nosso modelo é de uma administração propositiva, transparente, com olhos  no futuro, com seriedade, moralidade e ética, com normas de governança corporativa e com gestores comprometidos com seu patrimônio pessoal em casos de gestão temerária ou irresponsável, com sigilo bancário e fiscal liberados.
Vamos analisar cada unidade de negócio com seus centros de custo, de tal forma que se apurem os resultados do futebol profissional, das divisões de base, das empresas constituídas. Numa visão de futuro, definimos a Grêmio Empreendimentos como holding, com suas unidades de negócio: a Arena Porto Alegrense, a Grêmio Gestora de Talentos e a Grêmio Marca e Marketing.
O choque de gestão obedecerá ao planejamento estratégico e seus planos complementares, com definição clara dos objetivos, responsáveis e prazos. Adotaremos uma política de retribuição do tipo variável por resultados atingidos. A escolha de todos os participantes obedecerá critérios técnicos, privilegiará currículos e conhecimento e todos, inclusive os atletas, submetem-se a definição estratégica: aquele que por compulsão não se entrega nunca, por inconformismo aprimora dia após dia seus talentos, que tem a necessidade de vencer as mesmas competições que o clube para incluir no seu currículo, este é o homem.
O equívoco na escolha coloca tudo a perder.

quarta-feira, setembro 26, 2012

1º turno da eleição para Presidente



Ontem, no Conselho Deliberativo, ocorreu o primeiro turno da eleição para a presidência do Grêmio em 2013/2014. "Participaram do pleito 314 conselheiros, sendo 22 suplentes, um quórum recorde na história do Clube". O resultado foi o seguinte. 

Chapa 1 - Fábio Koff: 93 votos (29,71%)
Chapa 2 - Eldir Antonini 2 votos (0,63%)
Chapa 3 - Homero Bellini Jr: 67 votos (21,40%)
Chapa 4 - Paulo Odone: 151 votos (48,24%)
 e 1 voto nulo.

Disse em inúmeras ocasiões que julgo ser inadequada essa forma de votação em primeiro turno dentro do conselho. Até entendo que os conselheiros possam fazer algum tipo de controle (ou aval) sobre as candidaturas, mas não concordo com a idéia do conselho decidir sozinho a eleição.

Mas essa é a regra e temos que obedecer. Em razão do acima exposto, eu fui um dos conselheiros que assinou a inscrição da Chapa 2 do Grêmio do Prata. Infelizmente eles não conseguiram votos suficientes para disputar a eleição junto ao associado. 

Já tinha aberto o meu voto em Homero Bellini Jr. E não é novidade para ninguém que sou integrante do Movimento Grêmio Independente. Tenho motivos objetivos e subjetivos para justificar a minha escolha, mas em suma digo que considero o Homero o candidato mais adequado para o momento e para o futuro do clube. Acho que é dele a candidatura que tem a chapa mais heterogênea e mais capacitada e que possui o projeto mais factível para o Grêmio. Mas respeito as opiniões divergentes e vejo virtudes em todas outras candidaturas.

Foi um noite bem fria no Olímpico ontem, com algumas pessoas ocupando o pátio (entre os quais muitos ex-conselheiros). O conselho em si estava bem cheio, contando com a presença de muitos membros que não costumam aparecer nas sessões ordinárias. Mas o clima era bom, cordial e a eleição transcorreu de forma pacífica e organizada.

Acho importante ressaltar como foi importante a redução da cláusula de barreira de 30% para 20%. Não tivesse sido promovida essa alteração (em duas ocasiões ela não foi) nós não teríamos eleições no pátio.

Outro dado importante é que a votação serviu para desmentir uma série de inverdades repetidas nos últimos anos. A principal delas talvez seja aquela frase irresponsável que afirma que o "presidente Odone domina/controla o conselho".

Eu fiquei feliz com o resultado. Teremos 3 candidatos no pátio. Acho importante que a escolha seja feita pelo sócio. Se o sócio vai escolher sabiamente aí já é uma outra história, mas isso faz parte da democracia.