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quinta-feira, abril 30, 2015

Média de Público do Grêmio no Gauchão 2015

A média de público dos 11 jogos que o Grêmio fez como mandante no Gauchão 2015 foi de 21.782 torcedores por jogo (19.945 pagantes por partida).

Como se pode ver na tabela abaixo, é a melhor média do clube nos últimos 8 anos dessa competição:


Me arrisco a dizer que dois fatores contribuíram bastante para isso:
1) O Grêmio, pela primeira vez, disputou todos seus jogos como mandante do Gauchão na Arena
2) Não houve qualquer tipo de "concorrência" com jogos da Libertadores. No período em que jogou o Gauchão o  Grêmio só disputou um partida pouco atrativa contra o Campinense na Copa do Brasil.

quinta-feira, dezembro 19, 2013

Médias de Público do Grêmio em 2013



Em 2013 o Grêmio fez 36 jogos como mandante (curiosamente o mesmo número de partidas que mandou na temporada passada). A média de público total foi de 22.698 e a média de pagantes foi de 20.417. Na comparação imediata com 2012 houve um queda do público total e uma diminuição no público pagante.

Mas é preciso apontar algumas diferenças nas duas temporadas. A primeira  é que no ano passado o Grêmio mandou todos os seus jogos no Olímpico. Já em 2013 o Grêmio fez 31 jogos na Arena, 4 no Olímpico e 1 no Alfredo Jaconi. Se considerarmos apenas os jogos disputados no novo estádio as médias sobem um pouco (Especialmente na questão dos pagantes). Outro dado importante de ser ressaltado é que em 2012 ocorreram promoções de ingressos em 6 partidas (Novo Hamburgo, Avenida, Figueirense, Atlético-GO, Náutico e Ponte Preta) enquanto nesse ano foram só 3 promoções (Vasco, Flamengo e Goiás)


Das 36 partidas, 5 foram pela Libertadores, 9 pelo Gauchão, 19 pelo Brasileirão e 3 pela Copa do Brasil.


Como já vimos, os números do público na Libertadores 2013 foram interessantes, acima da média histórica do Grêmio na competição.


No Gauchão houve uma queda em relação a 2012, que precisa ser relativizada, uma vez que nesse ano o Grêmio fez somente um mata-mata na Arena e não disputou clássico no seu estádio.



No Brasileirão a média ficou abaixo do que o time teve em edições recentes. Esse fato talvez se explique pelo número excessivo de partidas que o Grêmio teve no meio de semana na Arena.


Nos 10 jogos que mandou em finais de semana a média de público tricolor foi de 27.179 (23.765 pagantes). Nos 9 jogos realizados na Arena no meio da semana a média caiu para 17.279 (15.319 pagantes).

A renda média desses 19 jogos foi de R$ 755.411,00. A renda média dos jogos em finais de semana é de R$ 1.130.000,00; Já a renda média dos jogos em meio de semana é de R$ 418.000,00.  


Na Copa do Brasil, num primeiro olhar, se percebe um considerável aumento na comparação com 2012. Contudo, as médias ficam parecidas se considerarmos apenas os jogos das oitavas em final adiante (34.073 total e 30528 pagantes no ano passado).

quinta-feira, setembro 05, 2013

Taxa de ocupação e assentos vazios

Um estudo da Pluri Consultoria analisou a venda de ingressos em partidas de 30 competições disputadas no Brasil em 2012 (Copa do Brasil, Séries A,B,C e D + 25 estaduais) e chegou a conclusão de que a "taxa de ocupação dos estádios Brasileiros é de 21,8%".

O economista Fernando Ferreira, responsável pelo levantamento, afirma que "Em uma temporada completa (estaduais+nacionais) vendem-se 15 milhões de ingressos e encalham 55 milhões" e questiona: "Em qualquer setor da economia, quando você tem um produto com tal nível de encalhe, é de se esperar que se tomem medidas visando a redução de seu preço e/ou a melhora da qualidade do mesmo, de forma a resolver tal problema. Por que no futebol tem que ser diferente?" Ainda que se considere as peculiaridades do esporte/futebol me parece que o questionamento é bastante válido.

Esse é um ponto que tem me incomodado na Arena em 2013, o espaço ocioso (e os ingressos que deixam de ser vendidos). O economista Ricardo Araújo, autor do blog sobre Novas Arenas na revista exame, fez um raio-x sobre a Arena tricolor e abordou o tema:

"A Arena, como projeto arquitetônico e execução, é muito boa. Funcional, possui ótimos espaços que podem ser aproveitados comercialmente (o número de lojas poderia ser maior), bem setorizada, bom acabamento geral, confortável para todos os públicos (público, atletas, e imprensa), visibilidade excelente de todos os setores (além de boa acessibilidade para cadeirantes), vagas internas de estacionamento em número razoável, boa quantidade de banheiros e pontos de alimentação, espaços de circulação amplos, áreas de hospitalidade muito confortáveis (bem decoradas e com metragem adaptável) e com bom espaço para ações corporativas.
Em relação à operação do estádio, ainda existem alguns desafios a vencer. Em termos de ocupação do mesmo, é preciso estabelecer rapidamente uma política de revenda dos ingressos não utilizados/confirmados pelos sócios do Grêmio. Lugar demandado e não ocupado, é prejuízo. Em termos comerciais, ainda existe dificuldade na venda dos camarotes, de estabelecer uma agenda mais profícua de eventos, na locação das lojas, e na venda dos direitos de nomeação. Além disso, ainda não foi encontrada uma solução tecnológica viável, em termos de custo x benefício, para permitir transmissão de dados suficiente para tornar a arena uma plataforma de negócios relevante
. "

E afinal, qual é a taxa de ocupação da Arena em 2013*? Abaixo segue uma tabela com os números da nova casa gremista, onde se vê que na média a ocupação nesses primeiros 19 jogos foi de 45,35%.


A maior ocupação ocorreu no Grenal (69,65%), a menor foi no jogo contra o Cerâmica (22,10%). Nunca é demais lembrar que a ocupação é um conceito relativo a capacidade do estádio. E capacidade da Arena oscilou no primeiro semestre de 2013. A capacidade máxima da Arena na partida contra a LDU era de 60.500 espectadores. Com o fechamento do setor da geral essa capacidade caiu para 52.000 torcedores (o que foi utilizada em todos os jogos do Gauchão e nas demais partidas da Libertadores). Com a readequação e liberação do setor da geral a capacidade máxima usada nas partidas do Brasileirão e Copa do Brasil foi de 57.500 pessoas. Mas para não ficarmos apenas em termos percentuais, podemos citar o dado de que  a média de público nesses primeiros 19 jogos foi de 25.102 espectadores (média de 23.134 pagantes por jogo).

E será que isso significa um acréscimo em relação a 2012? A média de público nos 36 jogos disputados no Olímpico no ano passado** foi de 24.55 (19.532 pagantes por jogo). Se considerarmos que a capacidade máxima do Olímpico em 2012 era de 47.000 lugares ***, a taxa de ocupação foi de 52,45%.


Ou seja, houve um ligeiro aumento na presença de público, mas o número de assentos vazios também aumentou. E o que fazer com essa capacidade ociosa? Será que esses lugares vagos não poderiam ser aproveitados para aumentar as possibilidades ofertadas hoje ao sócio-torcedor? É válido repetir que o já citado Ricardo Araújo afirmou recentemente no evento "IV Futebol em Debate": "A principal motivação do sócio é o acesso aos ingressos de forma fácil e com descontos".



* Importante lembrar que o Grêmio jogou 4 partidas no Olímpico em 2013 (Todas pelo gauchão). A média de público desses jogos foi de 7.644 (6.545 pagantes por jogo), constituindo assim uma taxa de ocupação de 16,26% 

**Ao contrário do que se possa imaginar, o ano de despedida do Olímpico não teve um público acima da média recente. Um estudo da INDG apresentado no Conselho Deliberativo no ano passado fez uma análise do público no Estádio Olímpico Monumental entre 2007 a 2011 e chegou a conclusão de que média de público no período fica na casa dos 26 mil espectadores por jogo. 

*** Segundo a CBF, a atual capacidade do Estádio Olímpico é de 45.000 lugares. Contudo, tivemos registros de públicos superiores a 46 mil no ano passado. Assim achei por bem arbitrar em 47.000 a capacidade do Olímpico em 2012 para fins do cálculo da taxa de ocupação. 
 

sábado, julho 13, 2013

Presença de público na Arena no 1º semestre de 2013


Na figura acima temos os números dos públicos dos 12 jogos disputados na Arena no primeiro semestre de 2013. A média de público pagante foi de 22.024 e a média de não pagantes foi de 2.042. É curioso que o estádio não chegou nem perto de ter uma ocupação máxima nessas primeiras partidas (Com a devida ressalva de que em o setor da Geral só esteve liberado nos confrontos contra LDU e São Paulo.) .

Ainda assim é possível afirmar que houve um acréscimo de pagantes em relação ao mesmo período do ano passado. Nos 17 jogos que o Grêmio fez como mandante nos 6 primeiros meses de 2013 a média de público total foi de 19.448 e a média de pagantes foi de 17.649. No primeiro semestre de 2012 o Grêmio igualmente fez 17 partidas em casa e a média de público total foi de 19.285 e a média de pagantes foi de 15.888. É importante lembrar que esse ano o Grêmio participou da Libertadores, fato que não ocorreu no ano passado, e talvez isso, juntamente com o elemento de "novidade" da Arena, explique o maior público de 2013.

De qualquer forma, eu esperava uma maior ocupação na Arena no seu primeiro ano de funcionamento. Penso que alguns ajustes que poderiam aumentar a média de público estão demorando demais para acontecer. No início de abril, o diretor da Arena Gilmar Machado disse que a administração do estádio já estava trabalhando com na criação de um projeto de "check-in". Até agora tal sistema não foi implementado. Da mesma forma, quando da renegociação entre Grêmio e OAS, se afirmou que seria estabelecida uma nova política de preços e descontos para os sócios-torcedores (aumentando a oferta de setores e os descontos dados), contudo para o próximo jogo, contra o Botafogo, essa promessa ainda não saiu do papel

terça-feira, agosto 23, 2011

Evolução do número de sócios - 2005/2011


Eu fiz um rápido levantamento sobre a evolução do número de sócios do Grêmio desde 2005.

Tentei ser criterioso, mas os dados nem sempre ajudam. Em certos períodos as informações são conflitantes, e nem sempre fica claro se a o número se refere ao número de sócios em dia ou ao número de sócios cadastrados.

De qualquer forma, acho que é o suficiente para ilustrar a evolução do quadro social nestes últimos anos. A ideia é ir aumentando e complementado os dados.

2003 - Agosto - 7.500 sócios
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2005 – Janeiro – 4.800 sócios
2005 - Março - 6.600 sócios
2005 – Novembro – 17.000 sócios
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2006 - Março - 20.000 sócios
2006 – Agosto – 23.000 sócios
2006 - Setembro - 25.000 sócios
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2007 – Janeiro – 30.000 sócios (ou 37.000)
2007 - Julho - 50.000 sócios
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2008 - Março - 43.000 sócios
2008 - Novembro - 44.000 sócios
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2009 - Janeiro - 43.000 sócios
2009 - Abril - 47.000 sócios ( ou 52.000)
2009 - Maio - 50.000 sócios (0u 54.000)
2009 - Junho - 52.000 sócios
2009 - Novembro - 46.000 sócios
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2010 - Abril - 53.000 sócios
2010 - Novembro - 53.000 sócios
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2011 - Janeiro - 53.000 sócios
2011 - Março - 61.000 sócios
2011 - Junho - 63.000 sócios
2011 - Julho - 65.000 sócios
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2012 - Março - 65.000 sócios
2012 - Setembro - 70.000 sócios
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2013 - Maio - 71.000 sócios
 

* Em maio de 1993, o Grêmio afirmava ter 10.000 sócios e buscava a marca de 40 mil.
Em 1994 o Grêmio afirmava ter 17.000 sócios e queria chegar na marca de 25 mil.
Em abril de 1999, o clube afirmava que tinha 14.000 sócios em dia e queria  trazer de volta cerca de 17.00 sócios que haviam deixado de pagar suas mensalidades nos dois anos anteriores.