segunda-feira, novembro 20, 2006

Grêmio 3 x 1 Santa Cruz

O Santa Cruz começou o jogo solto, se aproveitando da sonolência do Gremio, levou algum perigo, mas parou nas suas limitações. O gremio começou a dominar, mas concluía pouco, até que Bruno Telles arriscou da intermediária, a bola bateu no zagueiro e só parou dentro do gol: 1 x 0. Logo depois, pressão na área do Santa Cruz, Hugo chutou uma vez na zaga, na segunda vez no travessão, no rebote Patrício cabeceou pro gol vazio: 2 x 0. No final do primeiro tempo, Jeovânio puxou o contra-ataque, driblou um zagueiro e passou pra Hugo, que por sua vez invadiu a área e mandou um foguete: 3 x 0. E o Gremio, naturalmente, parou aí.

Segundo tempo de desinteresse e de má-arbitragem. Arbitragem que errou escandalosamente no penalti não marcado para o Santa. Errou ainda em vários impedimentos, ora favorecendo o gremio, ora favorecendo o santa. O gremio estava muito bagunçado. Jeovânio tentou incessantemente fazer o seu gol. Patrício abandonou a defesa e virou ponta. Alessandro jogava mais adiantado do que o Hugo. Compreensivel o desinteresse, principalmente depois que o placar já estava feito.

- Ramon entrou no lugar do Rômulo, mas infelizmente não se posicionou como centro-avante
- Aloísio repetiu o que fez em outros jogos, se jogou no chão tentando cavar faltas. uma pena.

GRÊMIO 3 X 1 SANTA CRUZ

GRÊMIO: Galatto; Patrício, Evaldo, William e Bruno Teles; Jeovânio, Sandro, Alessandro (Rudinei), Hugo (Aloísio) e Tcheco; Rômulo (Ramón).
Técnico: Mano Menezes

SANTA CRUZ:Anderson; Sidraílson, Wilson Surubim e Hugo (Fabrício Ceará); Osmar, Bruno Lança, Júnior Maranhão, Jairo (Jameson) e Reginaldo Araújo; Jorge Henrique e Nenê.
Técnico: Fito Neves

Campeonato Brasileiro 2006 – 36ª rodada
Data: 18/11/2006 (sábado)
Local: Estádio Olímpico, em Porto Alegre-RS
Público: 28.476 (25.506 pagantes)
Renda: R$ 201.355
Árbitro: Antônio Denival de Morais (PR)
Assistentes: Roberto Braatz (Fifa/PR) e Aparecido Donizetti Santana (PR)
Cartões amarelos: Nenê (STA)
Gols: Bruno Teles (G), aos 30 minutos do primeiro tempo, Patrício (G), aos 35 minutos do primeiro tempo, e Hugo (G), aos 42 minutos do primeiro tempo; Fabrício Ceará, aos 15 minutos do segundo tempo (S)

Um comentário:

Sidarta disse...

Era obrigação ganhar. Se empatasse ou perdesse todo mundo iria encher o saco do Mano. Não tem escolha.

Abraços,