sexta-feira, agosto 17, 2007

Seriedade

Não há seriedade no STJD.

"O jogador Tcheco foi condenado, por unanimidade de votos, com três jogos de suspensão por infringir o artigo 254 do CBJD". (ClicRBS)

Uma das justificativas: "Marcelo Aparecido Tavares diz que Tcheco teve intenção de dolo ao levantar o pé e usou força exagerada no lance" (GloboEsporte)

Rídiculo. Uma bola na altura do joelho. Não tem nem o que falar. Coisa de gente que nunca jogou futebol. Não se tira uma bola de dentro da pequena área sem usar força excessiva.

Vale lembrar também que o Atlético-PR quis se fazer presente no julgamento
"O Dr. Domingos Moro pede autorização para fazer a defesa oral da queixa do Clube Atlético-PR."
(GloboEsporte)

Enquanto isso Joel "palhaçadinha" Santana foi absolvido. A matéria do GloboEsporte tinha o seguinte subtítulo "Técnico deixou o julgamento elogiado pelos auditores que decidiram o caso". A matéria ainda trazia a foto abaixo com a seguinte legenda: 'Técnico Joel Santana é cumprimentado por um dos relatores do seu caso no STJD"

5 comentários:

Márcio C. M. disse...

Depois da absolvição do Dodô, não há como levar a sério o futebol brasileiro.

Museu do Cinema disse...

Olha, eu não sei como vcs chamam isso, mas eu só tenho uma palavra, e é a mesma que se usa para o pessoal de Brasilia.

Fica obvio o favorecimento das equipes do Rio por esses "juizes" cariocassssss.

Brasileirão para mim só significa uma coisa atualmente, uma chance para ir a Libertadores.

Museu do Cinema disse...

Só mais uma coisa, essa foto ai merecia legendas, dá até para ler os lábios dessa figura de óculos, Vai lá e tira nosso Flamengo dessa situação! e Joel responde:

Deixa comigo Juizão!

andre disse...

penso assim também. Brasileiro é apenas caminho pra Libertadores

Márcio C. M. disse...

Futebol como um todo está assim. Aí saímos do Brasileiro "sujo" para a Libertadores e as "operações" continuam (vide Grêmio x Boca). Torcer por futebol hoje em dia é como ver um filme que conhece o final e ficar achando que desta vez vai ser diferente. A paixão por um clube de futebol sempre foi irracional, inexplicável. Agora torcer também se tornou.