domingo, março 08, 2009

Grêmio jogará em Tunja


El gerente del Chicó, Nicolás Pimentel, indicó que la Conmebol envió un fax en el que le da el visto bueno al estadio de la capital del departamento Boyacá. “La Confederación aprueba la participación del afiliado Boyacá Chicó en el estadio La Independencia de Tunja para sus partidos de la primera fase de la Copa Libertadores”, según la nota.

La Confederación tomó la decisión luego que consideró el informe del dirigente venezolano Rigoberto Uzcátegui, quien estuvo en Tunja el miércoles. Uzcátegui formuló algunas sugerencias, entre ellas mejorar el vestuario de los árbitros y no utilizar un sector nuevo de una de las tribunas. Chicó apeló en el 2008 al estadio El Campín de Bogotá para jugar frente al Audax Italiano de Chile en la fase preliminar. Bogotá esta a 2.650 metros de altitud sobre el nivel del mar y Tunja a 2.782. (El Espectador)


"La Confederación Suramericana de Fútbol CONMEBOL mediante carta dirigida al Dr. Luis Bedoya, presidente de la Federación Colombiana de Fútbol, notifica la habilitación del estadio de la Independencia de Tunja para que su afiliado el Boyacá Chicó Futbol Club dispute sus partidos de la primera etapa de Copa Santander Libertadores" (Site do Boyacá Chicó, 06/03/2009)


"Mesmo que ainda passe por reformas, o Estádio La Independencia, de Tunja, a 130 quilômetros de Bogotá, foi liberado ontem pela Conmebol para Boyacá x Grêm
io, quarta-feira.

– Depois de ver as fotos do estádio, recorremos a todas as instâncias políticas, mas prevaleceu a decisão da Conmebol. Não resta mais nada a fazer – conformou-se o vice de marketing do clube, César Pacheco, cujo trânsito junto à entidade desde a primeira Libertadores do Grêmio, em 1982, o credenciou como porta-voz.
Com as obras, que deverão esta

r finalizadas até segunda-feira, a capacidade do La Independencia subirá de 13 mil para 20 mil torcedores, mínimo exigido na primeira fase.

Tribunas metálicas estão sendo erguidas nos costados norte e sul do estádio. Também estão sendo construídas novas cabinas de rádio – revelou Fabio Vargas Ávila, repórter da Boyacá Rádio, de Tunja. Conforme Ávila, o gramado apresenta boas condições e é grande. Suas dimensões são de 105m x 75m (o Olímpico mede 105m x 68m).

A definição do local foi recebida com ironia pelo técnico Celso Roth. – Vamos jogar no belo campo do Boyacá, é? – perguntou.

Os torcedores do Boyacá aguardam com ansiedade pelo primeiro jogo contra um clube brasileiro. Chegam a dizer que o time pretende uma goleada para vingar o América de Cáli, vencido por 3 a 1 pelo São Paulo.

Além da altitude de 2.830 metros, o Grêmio terá o frio como obstáculo. Nesta época, a temperatura não supera os 8°C à noite. De dia, chega, no máximo, aos 17°C" (Zero Hora, 07/03/2009)


O vice-presidente de marketing do Grêmio, Cesar Pacheco, se defendeu das críticas recebidas pelo presidente do Boyacá Chicó, Eduardo Pimentel, sobre ter dito que o Estádio La Independencia, em Tunja, palco da partida entre as duas equipes, na próxima quarta, às 21h50min, não possui segurança. Pimentel disse que as declarações do dirigente gremista foram "irresponsáveis" e que Pacheco deve estar "drogado".

Acho que é um grande mal-entendido. Na quinta-feira passada não tínhamos certeza de onde seria o jogo. Lógico que o Grêmio fez força para ser em Bogotá. São quase quatro horas de viagem para chegar em Tunja (desde a capital). Nunca falei de falta de segurança. Já que a Conmebol marcou o jogo é porque deve ter segurança e vamos para lá – declarou Pacheco.

O dirigente completou dizendo que não fez nada mais do que defender os interesses do Grêmio.

Por questão de altitude, por questão de viagem, eu tenho de lutar pelo melhor para o Grêmio. É minha nona Libertadores e só fiz amizades em todos estes países – encerrou. (Zero Hora, 8/3/2009)


El Gremio brasileño manifestó su temor a sufrir una presunta acción de las Farc en el viaje que tendrá que hacer la delegación a la ciudad de Tunja para disputar un partido de la tercera jornada del Grupo 8 de la Copa Libertadores contra el Boyacá Chicó.

“Estamos usando todos los contactos posibles. Podemos hasta no conseguirlo, pero vamos a 'exprimirnos' hasta el final”, señaló César Pacheco, directivo del equipo de Porto Alegre.

El ex comisario de la Policía Federal (PF) brasileña, que ocupa la vicepresidencia del departamento de Márketing del equipo de Porto Alegre, dijo que los 120 kilómetros entre Bogotá y Tunja, que deben recorrerse por vía terrestre, “son una carretera que pasa por medio de la selva y la gente sabe que la situación allí es delicada”.

El directivo dijo confiar en que la Confederación Sudamericana de Fútbol (Conmebol) cambie la sede del partido y lo ponga en Bogotá, a pesar de la ratificación de la sede dada este viernes por la entidad al equipo colombiano.

El estadio de la capital del departamento de Boyacá tiene capacidad para 8.500 espectadores, pero la administración municipal ha habilitado gradas metálicas que amplían el aforo para 20.000 personas, como exige la Conmebol para la fase grupos del torneo continental.

En otras Libertadores jugamos en Cúcuta e Ibagué. Ahora, Tunja, porque el presidente de la Federación Colombiana (de Fútbol, Luis Bedoya) no quiere perder el voto del Boyacá en la próxima elección. De ese modo, Gremio va a desbravar todo el interior de Colombia”, apuntó Pacheco. (El Espectador, 06/03/2009)




La reacción más fuerte que se registro este sábado está girando en torno a una reacción de "temor" que pueden tener en Gremio de Porto Alegre por el alto nivel del Chicó F.C.

Eduardo Pimentel, presidente de este club colombiano, dijo que "rechaza totalmente las declaraciones de este directivo de Gremio".

Y llegó Pimentel hasta a decir que esta persona de Gremio que emitió esta declaración debía estar "drogada".

"Son declaraciones irresponsables de una persona como esta, declaraciones que no son sino de una persona que no está en sus cabales; yo creo que debe estar drogado, sin lugar a dudas", aseguró.

En esta indignación de los voceros del Chicó F.C., también se señala que "es imposible hablar de selva a una hora de Bogotá, en una de las mejores vías que hay en este momento en Colombia".

Pirmentel fue más duro cuando de César Pacheco, directivo del equipo de Porto Alegre, que dio la cuestionada afirmación.

"Para que el señor César Pacheco no hable bobadas, lo que si sucede es que ellos están ensuciando de una vez, se están poposeando (cagando) del susto de saber que tienen que venir a la ciudad de Tunja donde van a estar muy cerca de las estrellas (la altura) y eso a ellos les causa pánico", dijo Eduardo Pimentel en diálogo con Caracol Radio. (El Espectador, 07/03/2009)


8 comentários:

Marcelo disse...

Tá na hora dos jogadores do Grêmio entrarem no clima da libertadores e encararem um estádio pequeno com a torcida em cima.

Gustavo disse...

Meio desnecessária essa reação toda. Creio que tem a ver com a má fase atual.

Sancho, RS disse...

O Grêmio deveria ter feito força para JOGAR em Tunja. Afinal, os times devem ter do direito de jogar em casa. Pelaipe, fazendo escola...

Sancho, RS disse...

Agora, os atletas vão tudo com "medinho".

Tinham que ir lá, dizendo que quem joga no Bento Freitas, nos Plátanos, ou no Estrela D'Alva joga em qualquer lugar, e que Tunja seria um desafio a mais. Elogiassem a cidade, o time, e estaríamos conversados.

Acho esse tipo de atitude (como a do São Paulo, que tirou uma final de Libertadores de CURITIBA!) simplesmente ridícula.

André Kruse disse...

Grêmio poderia muito bem ter agido em silêncio nos bastidores.

Acontece que neste episódio da final a libertadores de 2005 a direção do SPFC não foi criticada, e sim elogiada. Logo muita gente começou a imitar publicamente tal comportamento.

Sancho, RS disse...

Deve se separar as coisas. Foi elogiada pela imprensa são-paulina. A atitude foi ridícula em sua totalidade.

Na melhor das hipóteses, o Grêmio deveria ter, publicamente, dito que queria jogar em Tunja, que todos os times devem ter o direito de jogar em casa, que Tunja é uma bela cidade, que seria uma honra ao Grêmio ir lá, usw; e, nos bastidores tentar mudar o jogo para Bogotá.

Do jeito que foi, se eu fosse dirigente do Chicó, estaria dizendo a mesma coisa. Criamos um clima de guerra CONTRA NÓS à toa.

Anônimo disse...

Direção varzeana, mais preocupada com picuinhas políticas e com o combate ao Grêmio Novo, mesmo passados tantos meses após a eleição. Enfim, uma direção com a cara do Cacalo.

Sancho, RS disse...

Esse Pacheco não é o mesmo que foi a Monetvidéu e ficou satisfeito com o Gauchão 2009?!