segunda-feira, abril 28, 2008

Jardel



Bem interessante a matéria feita pelo Regis Rösing para o Esporte Espetacular. Imagens da época do Grêmio, histórias de Felipão, os impressionante números em Grêmio, Porto, Galatasaray e Sporting. Tem a decadência e a confissão sobre o uso de cocaína. Tem também a negativa sobre ser autor de frase clássicas:

"Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe"
"Clássico é clássico, e vice-versa"

Jardel garante: não é o autor de frases absurdas como "Clássico é clássico, e vice-versa" e "Quando tem clássico a minha naftalina sobe", atribuídas a ele. Segundo o atacante, foram brincadeiras dos ex-colegas de Grêmio Adilson e Paulo Nunes. (Zero Hora - 28 de abril de 2008 )

A partir dessas frases (brincadeiras ou não) passou-se a atribuir todas frases "folclóricas" do futebol a jardel, sendo na sua maioria frases de Garrincha, Claudiomiro, Vicente Matheus e Macedo.


Claro a reportagem é comovente, mas sou obrigado a concordar com André Krieger quando coloca a razão antes da emoção:

O diretor de futebol do Grêmio, André Krieger, admitiu neste domingo que pode analisar a situação do atacante Jardel, que fez história no clube nos anos 90, quando foi campeão da Libertadores 95. De volta ao Brasil, o centroavante afirmou que quer voltar a jogar em um grande clube, "de preferência Vasco ou Grêmio"

– No momento, temos outras prioridades, outras questões a resolver. A torcida está pedindo ações, e é o que estamos fazendo. Ficamos sensibilizados com o caso do Jardel, mas é hora de colocar a razão diante da emoção. Mais tarde, talvez possamos analisar a situação dele, mas agora temos outras situações prioritárias – disse Krieger ao Globoesporte.com. (ClicRBS)

2 comentários:

Márcio C. M. disse...

Minha opinião em http://oguri.blogspot.com/2008/04/jardel.html.

Gabriel disse...

Olha, acho que o Jardel poderia voltar para o Grêmio, mas não precisa ser para jogar. Assim o clube poderia dar um apoio aqui em Porto-Alegre e ser homenageado, seria até melhor pra propria recuperação dele.